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Faculdade de Educação

A arquitetura das políticas de escrita na escola: portas-onde ou portas-contra?

Abstract

dc:description.abstract

Nosso objetivo principal, com o estudo A arquitetura das políticas de escrita na escola: portas-onde ou portas-contra? foi ampliar a discussão sobre políticas de escrita de texto no Ensino Médio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), sobre os reflexos que elas produziram no desenvolvimento dos alunos com relação a essa unidade do ensino de Língua Portuguesa, tendo em vista suas demandas futuras, quer em atividades profissionais, quer em atividades acadêmicas. Esse objetivo se desdobrou na questão da pesquisa relativa às políticas de escrita voltadas para a produção de textos adotadas pelo IFBA, considerando os documentos oficiais (LDB, PCN, PPI do IFBA e Programa de Língua Portuguesa (LP) do Curso Integrado de Informática) nas práticas de ensino realizadas. Na procura de respostas a essa indagação que se configurou a pesquisa em forma de metáfora – portas-contra ou portas-onde? – optamos, através da abordagem qualitativa, pelo método da pesquisa bibliográfica a fim de que pudéssemos compor o estado da arte sobre o objeto de nosso estudo e pela pesquisa exploratória com análises documentais e das produções escritas dos alunos a fim de que pudéssemos chegar aos objetivos já descritos aqui. A partir de tal perspectiva, analisamos os documentos oficiais e as produções escritas dos alunos tomando por base as condições de produção, no que se incluem quem escreve, o que escreve, para quem escreve, quando escreve, como escreve e confrontar práticas de produção escrita de textos analisadas com o que propõem os documentos oficiais, considerando a metáfora orientadora da pesquisa. Na análise de dados, apoiamo-nos em discussões realizadas no âmbito interacionista da linguagem em relação ao tratamento destinado ao texto (BELTRÃO, 2006; BRONCKART, 1999; GERALDI, 1984, 1997, 2010; KOCH, 2006, 2007; KOCH; ELIAS, 2010; ORLANDI, 1996, 2012), estudos sobre Gêneros Textuais (BAKHTIN, 1997; GONÇALVES; BANZARIM, 2013; MARCUSCHI, 2007b, 2011; SCHNEUWLY; DOLZ, 2004), ensino de Língua Portuguesa (ANTUNES, 2003; BRITTO, 1997; GERALDI, 2010; MARTINS, 2001) e retextualização (DELL’ISOLA, 2007; MARCUSCHI, 2007a). Os resultados nos mostram que a escola está vulnerável a ser portas-onde ou portas-contra, dependendo da atualização – repertório teórico/metodológico e da atitude política ali engendrada, já que é espaço responsável em promover situações de prática de produção de texto e de compatível compreensão em torno do objeto, considerando que o mundo continua se organizando pela escrita.

Degree

thesis:*
Grantor
Faculdade de Educação
Year dc:date.issued
2014

Author and committee

dc:creator, dc:contributor.*
Author dc:creator
  • Rabêlo, Keyla Silva
Advisor dc:contributor.advisor
  • Arapiraca, Mary de Andrade

Subjects

dc:subject × 10

Rights

dc:rights
Statement dc:rights
  • Acesso Aberto
Language dc:language.iso
pt_BR

Identifiers

dc:identifier.*
Dc Identifier Other
Dissertação
OAI identifier oai:identifier
oai:repositorio.ufba.br:ri/18160

Chain of custody

source
Harvested from
Brazil UFBA
Base URL
repositorio.ufba.br/oai/request
Last updated
2026-07-27
Source record
OAI-PMH GetRecord
citation

Rabêlo, Keyla Silva. A arquitetura das políticas de escrita na escola: portas-onde ou portas-contra?. Faculdade de Educação, 2014. http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/18160