Abstract
dc:description.abstractO objetivo desta pesquisa é analisar a Educação Permanente em Saúde (EPS) enquanto uma estratégia de formação e educação em saúde, através de narrativas profissionais de três trabalhadoras em saúde. As narrativas como prática indicam as formas como estas trabalhadoras significam seus processos formativos. Nesse sentido, a EPS é entendida como uma estratégia que corresponde a qualquer processo em que ocorra produção de novos saberes e de novos sujeitos. Ademais, a EPS reconhece os saberes oriundos do trabalho como um conhecimento válido. Por isso, ela aposta na micropolítica do trabalho como espaço fundamental para intervir. O trabalho, no plano da micropolítica, funciona como um dispositivo de EPS porque revela as linhas que atuam com objetivo de capturar o trabalho vivo dos trabalhadores a serviço dos saberes e poderes constituídos, ao mesmo tempo em que revela os fluxos que, não podendo ser determinados previamente, operam por outras lógicas. A EPS aposta nesses fluxos para construir novos sentidos para a produção da saúde. Concluo afirmando que é necessário reformular os modelos hegemônicos de formação em saúde. A EPS se coloca enquanto uma estratégia alternativa ao considerar a prática no cotidiano como produtora de saber. Além disso, observou-se que as trabalhadoras em saúde também inventam formas de EPS
Degree
thesis:*- Grantor
- Niterói
- Year dc:date.issued
- 2014
Author and committee
dc:creator, dc:contributor.*- Author dc:creator
-
- Chagas, Rafael Cardoso
- Advisor dc:contributor.advisor
-
- Franco, Tulio Batista
Rights
dc:rights- Statement dc:rights
-
- Open Access
- Licence dc:rights.uri
- Language dc:language.iso
- pt_BR
Identifiers
dc:identifier.*- Repository record dc:identifier.uri
- https://app.uff.br/riuff/handle/1/8774
- OAI identifier oai:identifier
- oai:app.uff.br:1/8774