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O trabalho, no plano da micropolítica, funciona como um dispositivo de EPS porque revela as linhas que atuam com objetivo de capturar o trabalho vivo dos trabalhadores a serviço dos saberes e poderes constituídos, ao mesmo tempo em que revela os fluxos que, não podendo ser determinados previamente, operam por outras lógicas. A EPS aposta nesses fluxos para construir novos sentidos para a produção da saúde. Concluo afirmando que é necessário reformular os modelos hegemônicos de formação em saúde. A EPS se coloca enquanto uma estratégia alternativa ao considerar a prática no cotidiano como produtora de saber. Além disso, observou-se que as trabalhadoras em saúde também inventam formas de EPS","abstract_html":"O objetivo desta pesquisa é analisar a Educação Permanente em Saúde (EPS) enquanto uma estratégia de formação e educação em saúde, através de narrativas profissionais de três trabalhadoras em saúde. 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