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Examinar a identidade indígena Zoró considerando que a etnicidade vem sendo discutida nas diversas áreas das ciências sociais, em diferentes investigações. Mas, continua sendo um foco de atenção importante. Analisar como se dá a construção de seu projeto de escola numa perspectiva de autonomia, compartilhar a experiência feita junto ao povo indígena Zoró; discutir a questão da autonomia dos povos indígenas e a interferência das escolas nas aldeias; buscar resposta ao seguinte questionamento: Porque a escola não é um bekã pamakube? Qual a diferença entre a escola e o bekã? A escola é o bekã, como? Nesta pesquisa concentram três pilares fundamentais: o conceito de identidade étnica, o conceito de educação escolar indígena e o conceito de autonomia. E para sua correta compreensão, se fez necessário a etnografia, entendida como o momento privilegiado em que se pôde compreender o povo indígena Zoró e suas relações com a educação escolar. O universo desta pesquisa é a terra indígena Zoró. Trata-se de saber o que se pode conhecer de seu modelo cultural de educação e suas relações com o sistema educacional da sociedade brasileira no período que vai de fevereiro de 2006 a dezembro de 2012.","abstract_html":"[PO] Bekã Pamakube (lugar de aprender) Aprendendo com os Zoró: Análise da Identidade através da experiência das escolas nas aldeias do povo indígena Zoró. Esta tese é o resultado da pesquisa que consistiu em identificar e analisar concepções e práticas de autonomia no processo educativo e escolar do povo Zoró. Reconstruir elementos da trajetória histórica deste povo, especificamente no que concerne às suas práticas educativas. Examinar a identidade indígena Zoró considerando que a etnicidade vem sendo discutida nas diversas áreas das ciências sociais, em diferentes investigações. Mas, continua sendo um foco de atenção importante. 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