{"id":{"repo_id":"minho-thes","oai_identifier":"oai:repositorium.uminho.pt:1822/35460"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/minho-thes/oai:repositorium.uminho.pt:1822/35460","repository":{"repo_id":"minho-thes","name":"Universidade do Minho","base_url":"http://repositorium.sdum.uminho.pt/oai/request"},"display":{"title":"The Neuropsychophysiological basis of empathy","abstract":"Durante muitas décadas a definição de empatia (a capacidade de sintonizar-se com as experiências do outro) tem sido objeto de extenso debate. O conceito de empatia tem sido usado numa diversidade de afirmações. Um aspeto negligenciado da experiência empática, que tem um papel central nas interações sociais, é a habilidade de responder empaticamente. O objetivo desta tese é explorar os correlatos neurais da variabilidade individual na resposta empática, através da combinação de medidas do sistema nervoso periférico e central. A fim de atingir estes objetivos nós conduzimos quatro estudos. No ‘Estudo 1’ (veja o capítulo II), o objetivo foi explorar os correlatos psicofisiológicos periféricos (tal como medido pela atividade eletrodérmica e pela atividade cardíaca) subjacentes à resposta empática. O ‘Estudo 2’ (veja o capítulo III) teve como objetivo explorar as redes cerebrais centrais implicadas na resposta empática. O principal objetivo desse estudo funcional das redes de descanso foi explorar a associação entre o padrão de conectividade funcional da “Default Mode Network” e uma medida de auto-relato da empatia, incluindo as componentes cognitiva e afetiva. O ‘Estudo 3’ (veja o capítulo IV) explorou a relação entre a qualidade da resposta empática e os padrões de atenuação da DMN. O ‘Estudo 4’ (veja o capítulo V) descreve uma caracterização da variação do volume da substância cinzenta associada com a variabilidade interindividual em responder empaticamente. Globalmente, os resultados dos quatro estudos integrados sugerem que há um padrão de diferenciação, a nível central e periférico, subjacente à variabilidade na capacidade de responder empaticamente. Mais especificamente, a capacidade de responder com altos níveis de empatia foi associada ao aumento da resposta cardíaca, à persistência da atividade da DMN, e à volumetria da substância cinzenta em regiões cerebrais associadas com diferentes componentes do funcionamento afetivo, cognitivo e de programação comportamental.","abstract_html":"Durante muitas décadas a definição de empatia (a capacidade de sintonizar-se com as experiências do outro) tem sido objeto de extenso debate. O conceito de empatia tem sido usado numa diversidade de afirmações. Um aspeto negligenciado da experiência empática, que tem um papel central nas interações sociais, é a habilidade de responder empaticamente. 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O principal objetivo desse estudo funcional das redes de descanso foi explorar a associação entre o padrão de conectividade funcional da “Default Mode Network” e uma medida de auto-relato da empatia, incluindo as componentes cognitiva e afetiva. O ‘Estudo 3’ (veja o capítulo IV) explorou a relação entre a qualidade da resposta empática e os padrões de atenuação da DMN. O ‘Estudo 4’ (veja o capítulo V) descreve uma caracterização da variação do volume da substância cinzenta associada com a variabilidade interindividual em responder empaticamente. Globalmente, os resultados dos quatro estudos integrados sugerem que há um padrão de diferenciação, a nível central e periférico, subjacente à variabilidade na capacidade de responder empaticamente. Mais especificamente, a capacidade de responder com altos níveis de empatia foi associada ao aumento da resposta cardíaca, à persistência da atividade da DMN, e à volumetria da substância cinzenta em regiões cerebrais associadas com diferentes componentes do funcionamento afetivo, cognitivo e de programação comportamental.","For several decades the definition of empathy (the capacity to tune in with other’s experience) has been object of extensive debate. The concept of empathy has been used in a diversity of assertions. An overlooked aspect of the empathic experience, which has a central role in social interactions, is the ability of responding empathically. This dissertation aimed at exploring the neural correlates of individual variability in the empathy response, by combining peripheral and central nervous system measures. In order to accomplish these objectives we conducted four studies. In ‘Study 1’ (see chapter II), the objective was to explore the peripheral psychophysiological correlates (as measured by the electrodermal and the cardiac activities) underlying the empathy response. The ‘Study 2’ (see chapter III) aimed to examine the core brain networks implicated in the empathy response. The main goal of this resting-state functional study was to explore the association between the functional connectivity pattern of the Default Mode Network (DMN) and a self-report measure of empathy, including both its cognitive and affective components. ‘Study 3’ (see chapter IV) explored the relationship between the quality of the empathy response and patterns of attenuation of the DMN. ‘Study 4’ (see chapter V) outlined a characterization of variation in gray matter volume associated with the inter-individual variability in responding empathically. Taken as a whole, the integrated results from the four empirical studies suggested that there was a pattern of differentiation, at the peripheral and central level, underlying the variability in the ability of responding empathically. More specifically, the ability to respond with high levels of empathy was associated with an increased cardiac response, persistence of the DMN activity, and regional variation in gray matter volume in brain regions associated with different components of affective, cognitive and behavioral programming functioning."]},{"key":"dc:title","label":"Title","values":["The Neuropsychophysiological basis of empathy"]}]}],"canonical_facts":{"dc:contributor.advisor":["Gonçalves, Óscar F."],"dc:creator":["Silva, Clédna Patrícia de Oliveira"],"dc:date.accessioned":["2015-06-05T16:00:08Z"],"dc:date.available":["2015-06-05T16:00:08Z"],"dc:date.issued":["2014-12-18"],"dc:description.abstract":["Durante muitas décadas a definição de empatia (a capacidade de sintonizar-se com as experiências do outro) tem sido objeto de extenso debate. O conceito de empatia tem sido usado numa diversidade de afirmações. 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The main goal of this resting-state functional study was to explore the association between the functional connectivity pattern of the Default Mode Network (DMN) and a self-report measure of empathy, including both its cognitive and affective components. ‘Study 3’ (see chapter IV) explored the relationship between the quality of the empathy response and patterns of attenuation of the DMN. ‘Study 4’ (see chapter V) outlined a characterization of variation in gray matter volume associated with the inter-individual variability in responding empathically. Taken as a whole, the integrated results from the four empirical studies suggested that there was a pattern of differentiation, at the peripheral and central level, underlying the variability in the ability of responding empathically. 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