{"id":{"repo_id":"brazil-ufrgs","oai_identifier":"oai:www.lume.ufrgs.br:10183/1418"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufrgs/oai:www.lume.ufrgs.br:10183/1418","repository":{"repo_id":"brazil-ufrgs","name":"Brazil UFRGS","base_url":"https://lume.ufrgs.br/oai/request"},"display":{"title":"Formação da dívida externa brasileira como conseqüência do sistema financeiro desregulamentado : 1969-1982","abstract":"Esta dissertação trata da formação da dívida externa brasileira, no período 1969-82, como conseqüência do sistema financeiro desregulamentado (euromercado) em operação. Este sistema formou-se e estruturou-se no pós II Guerra Mundial. Até o final da década de 1960, o euromercado acumulou grande quantidade de dólares fora dos Estados Unidos (eurodólares) e criou instrumentos e estruturas para a captação de dinheiro expatriado. A partir de 1970, atuou ativamente oferecendo empréstimos, sem condicionalidades, mas com taxas de juros flutuantes, que deram origem à dívida externa internacional e, especialmente, à brasileira. Esta formou-se, no período estudado, em três etapas: a primeira, 1969-73, foi predominantemente para acumular reservas internacionais, sendo, por isso, especulativa; a segunda, 1974-78, consumiu-se em custos crescentes da dívida, principalmente custos financeiros crescentes, e acumulou-se parcialmente em reservas internacionais, constituindo-se, assim, numa etapa transitória para o endividamento só para cobrir custos financeiros da dívida; na última etapa, 1979-82, formou-se dívida só para pagar juros da dívida e, por isso, foi puramente financeira. 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