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O status de vitamina A foi avaliado pelas concentrações séricas de retinol e pelo inquérito de freqüência do consumo de alimentos-fonte de vitamina A. Na avaliação do estado nutricional protéico energético, foi utilizado o Índice de Massa Corporal (IMC). A prevalência de hipovitaminose A (retinol sérico < 1,05 mMol/L) foi de 26,1% (IC 95% 21,2 31,6), enquanto que a freqüência de consumo de alimentos fonte de vitamina A de origem animal e vegetal, superior a três vezes por semana, foi de 46,1% e 63,2%, respectivamente. As concentrações séricas de retinol não mostraram correlação com o sexo (p= 0,54) nem com a idade (p= 0,34). Cerca de 54,8% dos idosos apresentaram sobrepeso/obesidade e apenas 4,4% baixo peso. As concentrações séricas de retinol não mostraram correlação com o IMC (p= 0,95), nem com o consumo de alimentos fonte de vitamina A (p> 0,05). A deficiência de vitamina A, entre idosos do PSF de Camaragibe, mostrou-se uma carência nutricional importante. 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