{"id":{"repo_id":"brazil-ufpe","oai_identifier":"oai:repositorio.ufpe.br:123456789/8359"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufpe/oai:repositorio.ufpe.br:123456789/8359","repository":{"repo_id":"brazil-ufpe","name":"Brazil UFPE","base_url":"https://repositorio.ufpe.br/oai/request"},"display":{"title":"Prevenção de fibrose peridural pós-laminectomia usando barreiras mecânicas absorvíveis em ratos wistar","abstract":"Silva, J.C. Prevenção de fibrose peridural pós-laminectomia usando barreiras mecânicas absorvíveis em ratos Wistar. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2011. Introdução: Fibrose peridural (FP) consiste em resposta tecidual fisiológica à agressão cirúrgica de abertura do canal vertebral por laminectomia. A exacerbação desse fenômeno cicatricial pode criar aderências entre dura-máter, raízes espinhais, vértebras e músculos paravertebrais com retração ou compressão de estruturas neurais. FP contribuí para a gênese da síndrome pós-laminectomia (SPL) definida como persistência ou acentuação dos sintomas dolorosos após cirurgia em coluna vertebral. Métodos de barreira mecânica entre a dura-máter e os músculos paravertebrais geralmente são usados como forma de prevenção de FP e SPL. Método: No presente experimento, 32 Rattus norvegicus linhagem Wistar, foram submetidos a laminectomia lombar e divididos em quatro grupos: controle, colágeno, ácido láctico e biopolímero. No grupo controle não foi realizada proteção da dura-máter exposta; no grupo colágeno foi implantada gelatina suína absorvível; no grupo ácido láctico, membrana polimerizada de ácido láctico e no grupo biopolímero, membrana de biopolímero de cana-deaçúcar (BCA). Após 90 dias os animais foram mortos e cortes histológicos realizados. Os parâmetros reação de corpo estranho, absorção, FP, aderência, retração e compressão foram estudados em escala de intensidade. Os parâmetros necrose, abscesso e ingurgitamento venoso peridural foram classificados de acordo com a presença ou ausência. Resultados: Os grupos não diferiram nos parâmetros de reação de corpo estranho, absorção, FP, aderência, retração e compressão. Não foi observado ingurgitamento venoso peridural em nenhum animal. O grupo biopolímero apresentou diferença significante em comparação aos demais grupos nos parâmetros necrose (p=0,0192) e abscesso (p=0,0033). Conclusão: No modelo experimental de laminectomia estudado as membranas absorvíveis empregadas como método de barreira mecânica entre a dura-máter e músculos paravertebrais não apresentaram eficácia em reduzir a ocorrência de FP, aderência neural e retração neural. O uso de BCA desencadeou fenômenos desfavoráveis (necrose, abscesso e compressão neural) ao seu emprego como prevenção de FP pós-laminectomia","abstract_html":"Silva, J.C. 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No grupo controle não foi realizada proteção da dura-máter exposta; no grupo colágeno foi implantada gelatina suína absorvível; no grupo ácido láctico, membrana polimerizada de ácido láctico e no grupo biopolímero, membrana de biopolímero de cana-deaçúcar (BCA). Após 90 dias os animais foram mortos e cortes histológicos realizados. Os parâmetros reação de corpo estranho, absorção, FP, aderência, retração e compressão foram estudados em escala de intensidade. Os parâmetros necrose, abscesso e ingurgitamento venoso peridural foram classificados de acordo com a presença ou ausência. Resultados: Os grupos não diferiram nos parâmetros de reação de corpo estranho, absorção, FP, aderência, retração e compressão. Não foi observado ingurgitamento venoso peridural em nenhum animal. O grupo biopolímero apresentou diferença significante em comparação aos demais grupos nos parâmetros necrose (p=0,0192) e abscesso (p=0,0033). Conclusão: No modelo experimental de laminectomia estudado as membranas absorvíveis empregadas como método de barreira mecânica entre a dura-máter e músculos paravertebrais não apresentaram eficácia em reduzir a ocorrência de FP, aderência neural e retração neural. O uso de BCA desencadeou fenômenos desfavoráveis (necrose, abscesso e compressão neural) ao seu emprego como prevenção de FP pós-laminectomia","abstract_has_math":false,"creators":["SILVA JUNIOR, Joacil Carlos da"],"institution":"Universidade Federal de Pernambuco","degree_name":null,"degree_level":null,"degree_discipline":null,"degree_department":null,"school":null,"contributors":[],"advisors":["VALENÇA, Marcelo Moraes"],"committee_chairs":[],"committee_members":[],"year":2011,"date_issued":"2011-01-31","date_published":"2011-01-31","updated_at":"2026-07-24T01:18:40Z","subjects":["Coluna vertebral","Laminectomia","Síndrome pós-laminectomia. 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No grupo controle não foi realizada proteção da dura-máter exposta; no grupo colágeno foi implantada gelatina suína absorvível; no grupo ácido láctico, membrana polimerizada de ácido láctico e no grupo biopolímero, membrana de biopolímero de cana-deaçúcar (BCA). Após 90 dias os animais foram mortos e cortes histológicos realizados. Os parâmetros reação de corpo estranho, absorção, FP, aderência, retração e compressão foram estudados em escala de intensidade. Os parâmetros necrose, abscesso e ingurgitamento venoso peridural foram classificados de acordo com a presença ou ausência. Resultados: Os grupos não diferiram nos parâmetros de reação de corpo estranho, absorção, FP, aderência, retração e compressão. Não foi observado ingurgitamento venoso peridural em nenhum animal. O grupo biopolímero apresentou diferença significante em comparação aos demais grupos nos parâmetros necrose (p=0,0192) e abscesso (p=0,0033). 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