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O estudo contou com 145 participantes do Brasil e de Portugal, possibilitando uma análise comparativa. No ESTUDO 01, estruturado através da Teoria das Facetas, os dados foram coletados por meio do Sistema de Classificações Múltiplas e analisados pelo procedimento não métrico e multidimensional conhecido como Análise da Estrutura de Similaridade (SSA). No ESTUDO 02, utilizou-se Realidade Virtual para simular dois ambientes de home office — um com estímulos ambientais positivos e outro negativos — considerados a partir dos resultados do ESTUDO 01. As respostas emocionais foram medidas pelo Self-Assessment Manikin (SAM), e os níveis de ansiedade foram avaliados pelo State-Trait Anxiety Inventory (STAI) e a Depression Anxiety Stress Scale (DASS-21), antes e depois do experimento. Também foram incorporadas narrativas (neutra e ansiogênica) para ampliar a sensação de presença e verificar se, em uma situação extrema, em que o participante já é inserido na experiência com nível elevado de ansiedade, as variáveis ambientais estudadas podem modera-la. Para análise dos dados, contou com o SPSS e as escalas de cortes dos testes propostos. Os resultados para essa investigação, indicam que ambientes projetados com estímulos considerados positivos no ESTUDO 01 reduziram os níveis de ansiedade, especialmente quando associados a narrativas neutras, corroborando com as hipóteses iniciais, reforçando o impacto do ambiente construído na redução da ansiedade, além de nortear diretrizes para projetos de interiores mais saudáveis e funcionais para o home office","abstract_html":"Em 2020, a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia de COVID-19, o que levou à adoção de medidas restritivas, como o isolamento social. 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