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Epistemologicamente, apoiamo-nos em Haveloc, 1991; Ferreyra,1998 e Marcuschi, 2008, para os estudos de oralidade. Bakhtin, 2011 e Dolz e Scheneuwly ,2004, fundamentaram as considerações sobre gêneros discursivos e orais. Buscamos em Voloshinov, 2021, Faraco, 1997, 2009; Geraldi ,1997; Pereira, 2010; Koch, 2004 e Antunes, 2009, bases para nortear os estudos sobre língua e linguagem. Para os novos estudos do letramento e para fortalecer o caráter cultural do presente estudo, buscamos apoio em Street, 2014; Hall 2006, Bruner 1990, 1997); Geertz 1973 e Canclini,1984, respectivamente. Para embasar as considerações sobre EJA, dialogamos com Capucho, 2012; Ciavatta, 2010; Freire, 1979, 1996, 2009, 2021; Paiva, 2013; Souza, 2007. Metodologicamente, foi realizada uma pesquisa-ação, com intervenção baseada no modelo de sequência didática de Dolz, Noverraz e Scheneuwly (2004), que resultou na produção de podcasts de bate-papo, onde os (as) estudantes relatavam seus conhecimentos sobre as lendas urbanas antes e depois do que foi visto nas etapas da realização da sequência, do ponto de vista social, histórico e cultural.","abstract_html":"Este trabalho objetivou, de maneira geral, investigar como os (as) discentes do módulo V, dos anos finais da EJA, da EMTI Antônio Farias Filho desenvolvem a capacidade de produção de relatos orais do gênero lenda urbana, levando em consideração as práticas de letramento. Dentre as diversas lendas do Recife, selecionamos como corpus para o presente estudo as seguintes: “No riacho da Prata”, “A Menina sem Nome”, o “Papa-figo” e “A emparedada da Rua Nova”. Epistemologicamente, apoiamo-nos em Haveloc, 1991; Ferreyra,1998 e Marcuschi, 2008, para os estudos de oralidade. 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