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Se o sujeito não for percebido como uma entidade inteira, mas possuindo dimensões separadas, certamente será mais difícil resistir aos processos de adoecimentos provocados pelos males do neoliberalismo. No âmbito de uma pesquisa bibliográfica, de caráter qualitativo, foi investigado, por meio de artigos científicos e livros que abordam a temática do mal-estar e adoecimento dos professores brasileiros, desde os anos 2000, como eles visualizam o problema, o que eles propõem de soluções e alternativas para dirimir tais indignidades, e a utilização ou não das técnicas respiratórias como promotoras de saúde. A pesquisa identificou alguns mapeamentos incipientes ou muito antigos das formas de adoecimento, de condições de indignidade e afastamentos da função laboral. Boa parte dos textos pesquisados leva em consideração o modelo capitalista como a força motriz do sofrimento docente e endossa a necessidade de proposição de políticas públicas que promovam o bem-estar e o cuidado dos professores. Quanto à respiração neste processo de enfrentamento, ela aparece apenas como forma de redução das tensões em apenas um livro. Concluímos defendendo que a respiração é muito mais do que reduzir tensões, é ajuda no desenvolvimento da nossa consciência enquanto um ser indivisível, capaz de perceber que o sopro da vida está presente em todos os seres do universo. Aprender a respirar com consciência deve fazer parte da educação integral.","abstract_html":"Predomina no Ocidente uma visão mecânica, automática, da respiração, mas defendemos a necessidade de modificar nossa educação para uma perspectiva integral da vida, e isto inclui a respiração. Este é o ponto de partida deste trabalho dissertativo. 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