{"id":{"repo_id":"brazil-ufpe","oai_identifier":"oai:repositorio.ufpe.br:123456789/59692"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufpe/oai:repositorio.ufpe.br:123456789/59692","repository":{"repo_id":"brazil-ufpe","name":"Brazil UFPE","base_url":"https://repositorio.ufpe.br/oai/request"},"display":{"title":"Eletromiografia e realidade aumentada como ferramentas para reabilitação de pacientes com paralisia facial periférica","abstract":"A Paralisia Facial Periférica (PFP) tem por consequência principal a paralisia e perda da expressão da face ou parte dela. A reabilitação dos pacientes acometidos por PFP vai depender do protocolo de tratamento e quais técnicas serão utilizadas durante o processo de reestabelecimento das funções. Frente a isso, é fundamental ter uma abordagem bem elaborada, assim como estratégias que tragam motivação ao paciente para facilitar a adesão as sessões. A eletromiografia de superfície (EMGs) tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico e o tratamento das alterações miofuncionais, juntamente com outras tecnologias, assim como a Realidade Aumentada (RA), capaz de enriquecer o ambiente físico com objetos sintetizados computacionalmente, permitindo a existência simultânea de objetos reais e virtuais. Dessa forma a combinação da estação dos dados da eletromiografia juntamente com a visão computacional busca viabilizar um feedback positivo para o esforço do paciente. A pesquisa teve como objetivo desenvolver um protótipo baseado em tecnicas de realidade aumentada e biofeedback por eletromiografia para auxiliar na reabilitação de pacientes acometidos por PFP. Trata-se de um estudo de desenvolvimento tecnológico, seguido de testes de funcionamento, realizado com indivíduos de ambos sexos e com idade entre 25 e 68 anos. O teste de funcionamento apresenta uma amostra por conveniência. A pesquisa foi dividida em quatro etapas, sendo a primeira a realização de um estudo piloto para caracterizar as faixas de frequência para os filtros de eletromiografia. Na segunda, foi realizada a montagem do instrumento. Na terceira, realizou-se o teste do instrumento para verificar sua viabilidade de aplicação. A etapa final foi dedicada à análise dos resultados. A pesquisa resultou em um instrumento composto por hardware, software e firmware que se comunicam com um computador via protocolo bluetooth. Após os testes do instrumento e análises, concluiu-se que o instrumento teve grau de satisfação positivo, sugerindo boa usabilidade.","abstract_html":"A Paralisia Facial Periférica (PFP) tem por consequência principal a paralisia e perda da expressão da face ou parte dela. A reabilitação dos pacientes acometidos por PFP vai depender do protocolo de tratamento e quais técnicas serão utilizadas durante o processo de reestabelecimento das funções. 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Trata-se de um estudo de desenvolvimento tecnológico, seguido de testes de funcionamento, realizado com indivíduos de ambos sexos e com idade entre 25 e 68 anos. O teste de funcionamento apresenta uma amostra por conveniência. A pesquisa foi dividida em quatro etapas, sendo a primeira a realização de um estudo piloto para caracterizar as faixas de frequência para os filtros de eletromiografia. Na segunda, foi realizada a montagem do instrumento. Na terceira, realizou-se o teste do instrumento para verificar sua viabilidade de aplicação. A etapa final foi dedicada à análise dos resultados. A pesquisa resultou em um instrumento composto por hardware, software e firmware que se comunicam com um computador via protocolo bluetooth. 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