{"id":{"repo_id":"brazil-ufpe","oai_identifier":"oai:repositorio.ufpe.br:123456789/42462"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufpe/oai:repositorio.ufpe.br:123456789/42462","repository":{"repo_id":"brazil-ufpe","name":"Brazil UFPE","base_url":"https://repositorio.ufpe.br/oai/request"},"display":{"title":"Efeito de diferentes intensidades do treinamento de força sobre a função endotelial de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 : uma revisão sistemática","abstract":"As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de mortalidade em pessoas com diabetes do tipo 2 (DM2). O DM2 é uma doença metabólica associada com piora da função endotelial (FE). A disfunção endotelial (DE) é um forte fator de risco para futuros eventos cardiovasculares nessa população, além de ser um dos principais mecanismos de mediação das complicações micro e macrovasculares. O exercício físico é considerado um dos pilares para o tratamento e o controle do diabetes. Dentre as modalidades de exercício físico, o treinamento de força (TF) tem demonstrado diversos benefícios sobre os parâmetros metabólicos e vasculares de pessoas com DM2. No entanto, o efeito das intensidades do TF sobre a FE de pessoas com DM2 ainda não foi totalmente compreendido. O objetivo desta revisão sistemática (RS) foi analisar os efeitos de diferentes intensidades do TF sobre a FE de pessoas com DM2. Os ensaios clínicos randomizados (ECRs) agudos e crônicos que compararam o grupo TF com o grupo controle ou condição controle foram incluídos na RS. Diferentes intensidades foram categorizadas, por meio do percentual de repetições máximas (%RM), em leve a moderada intensidade (<50% a 70% de 1RM) e alta intensidade (75% a 100% de 1RM), e por escalas de percepção subjetiva de esforço (BORG e OMNI-RES). Sete bases de dados eletrônicas foram pesquisadas (Pubmed, Cochrane, Embase, Scopus, Web of Science, CINAHL e PEDro) até fevereiro de 2021. Os critérios de elegibilidade seguiram a estratégia PICOS. Para avaliação da qualidade dos estudos foi utilizada a escala TESTEX. As divergências durante a avaliação foram resolvidas consensualmente por um terceiro avaliador. 3 estudos longitudinais e um estudo transversal preencheram os critérios de elegibilidade. Sobre a amostra, 106 pessoas participaram dos estudos, sendo 57 do grupo TF (% homens: 24,53; % mulheres= 29,25) e 49 do controle (% homens: 15,09; % mulheres: 31,13), com idade média de 67,25 ± 5,5 anos e tempo médio do DM2 de 8,0 ± 2,3 anos. Um estudo demonstrou aumento na dilatação mediada pelo fluxo sanguíneo (FMD) da artéria braquial imediatamente após (IC95%: 3,0% para 5,9%; p< 0,05), 60 minutos após (IC95%: 0,8% para 4,2%; p< 0,05) e 120 minutos após (IC95%: 0,7% para 3,1%; p< 0,05) uma única sessão de treino de força de alta intensidade (RPE ~ 5 “hard”), comparada com a condição controle. 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