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Partindo em busca de reflexões e compreensões a respeito do que apresenta a narrativa, tornam-se pertinentes as perspectivas teóricas aqui abordadas, por elucidarem algumas considerações sobre a obra como a importância do lugar de fala da intelectualidade e autoria feminina negra, as relações entre o social e o político, além das relações de raça, classe e gênero, vieses presentes em todo trabalho, além de concepções a respeito do mítico e do animismo. Portanto, o objetivo geral do trabalho é analisar tanto a construção literária e estética de Paulina Chiziane quanto o cenário apresentado por ela através da narrativa, centrando as considerações a respeitos das personagens, à luz de teorias como interseccionalidade, africana womanism, mito e animismo, compreendendo assim fatores internos e externos a obra. Tais considerações são possíveis através de uma analise qualitativa dos elementos, inserindo uma perspectiva inovadora e outras pouco abordadas em O sétimo juramento. Espera-se que os resultados encontrados singularizem e valorizem a obra através de teorias complementares.","abstract_html":"A literatura moçambicana traz, nos versos, narrativas que expõem, denunciam e questionam as mais diversas opressões. Através de sutilezas, o narrar oralizado transforma realidades em poesia. Paulina Chiziane, embora se considere uma contadora de histórias, é a primeira mulher a publicar um romance em Moçambique. A partir disso, é que se observou a importância do terceiro romance publicado pela autora: O sétimo juramento. 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