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Inicialmente, foi realizado um planejamento fatorial (24) para determinação dos parâmetros ideais para produção das nanopartículas. Em seguida, as nanopartículas foram submetidas as análises de DLS, microscopia eletrônica de varredura e FTIR e HET-CAM. A estabilidade coloidal das nanopartículas foi avaliada através das análises de tamanho, potencial zeta, turbidez, pH e índice de polidispersão. A ação antifúngica in vitro das substâncias teste foi determinada através das análises das concentrações inibitórias mínimas, do percentual de inibição do crescimento micelial, da germinação dos esporos fúngicos e alterações morfológicas dos fungos. Foi avaliado também a ação antioxidante das coberturas pelo método do DPPH, ABTS e FRAP e citotóxica pelo MTT. A ação antifúngica in vivo ocorreu nos morangos previamente contaminados com os fungos e posteriormente cobertos com as substâncias teste. Foram avaliados os aspectos sensoriais e físico-químicos dos morangos com e sem coberturas armazenados em temperatura ambiente e em refrigeração (6 e 12 dias, respectivamente). Os parâmetros ideias encontrados para produção de nanopartículas foram: pH=4,0 e Q:TPP=4:1, Q=2mg/ml e TPP=1mg/ml. As nanopartículas apresentaram um tamanho=331.1nm, potencial zeta=+34mV, PDI=0.377 e foram consideradas biocompatíveis pelo teste do HET-CAM. Todas as coberturas a base de quitosana foram capazes de inibir o crescimento dos fungos pós-colheita e manter a qualidade físico-química e sensorial dos morangos. A cobertura feita com o gel+nanopartículas foi a que apresentou uma melhor antifúngica, conservadora e baixa citotoxicidade, sendo considerada a melhor cobertura capaz de manter a qualidade pós-colheita dos morangos, o que sugere que a nanotecnologia pode ser utilizada para melhorar as propriedades de coberturas comestíveis convencionais como o gel de quitosana.","abstract_html":"O morango é uma fruta que tem uma pequena vida de prateleira e alta susceptibilidade a infecções fúngicas. O gel de quitosana tem sido estudado como cobertura comestível em frutas devido a sua ação conservadora, mas acredita-se que suas características podem ser melhoradas através da incorporação de nanopartículas. Portanto, o objetivo do trabalho foi avaliar a eficácia do gel, nanopartículas e gel+ nanopartículas na conservação pós-colheita de morangos. Inicialmente, foi realizado um planejamento fatorial (24) para determinação dos parâmetros ideais para produção das nanopartículas. 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