{"id":{"repo_id":"brazil-ufpe","oai_identifier":"oai:repositorio.ufpe.br:123456789/34400"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufpe/oai:repositorio.ufpe.br:123456789/34400","repository":{"repo_id":"brazil-ufpe","name":"Brazil UFPE","base_url":"https://repositorio.ufpe.br/oai/request"},"display":{"title":"Estudo da toxicidade in vitro e in vivo da iangambina isolada da Ocotea duckei Vattimo-Gil (Lauraceae)","abstract":"A iangambina, lignana isolada das folhas de Ocotea duckei, possui diversas atividades farmacológicas descritas na literatura, tais como: ação antitumoral, ansiolítica, hipotensiva e leishmanicida, no entanto poucas informações têm sido relatadas sobre sua toxicidade. Desta forma, conhecendo as potencialidades farmacológicas e a importância de avaliar a toxicidade de compostos ativos, este trabalho teve como objetivo avaliar a toxicidade “in vitro” e “in vivo” da iangambina. A toxicidade “in vitro” foi avaliada através do teste de atividade hemolítica em sangue de carneiro e a “in vivo” pelo sistema teste Allium cepa e toxicidade aguda em camundongos Swiss (Mus musculus). A iangambina não causou hemólise em eritrócitos de carneiro, quando avaliada a sua atividade hemolítica nas concentrações de 12,5, 25 e 50 μg/mL. No ensaio utilizando o sistema teste Allium cepa, a iangambina não apresentou toxicidade para o crescimento das radículas, não diminuiu o índice mitótico e não causou alterações cromossômicas nas células meristemáticas de Allium cepa nas concentrações de 12,5, 25 e 50 μg/mL. Já ensaio de toxicidade aguda na dose de 2000 mg/kg, a iangambina não causou morte dos animais, e não apresentou diferenças significativas nos parâmetros clínicos. Portanto, concluímos que a iangambina não foi citogenotóxica, não foi mutagênica e praticamente não tóxica nos sistemas e nas condições experimentais utilizadas, caracterizando-se como um princípio ativo promissor para pesquisas futuras.","abstract_html":"A iangambina, lignana isolada das folhas de Ocotea duckei, possui diversas atividades farmacológicas descritas na literatura, tais como: ação antitumoral, ansiolítica, hipotensiva e leishmanicida, no entanto poucas informações têm sido relatadas sobre sua toxicidade. Desta forma, conhecendo as potencialidades farmacológicas e a importância de avaliar a toxicidade de compostos ativos, este trabalho teve como objetivo avaliar a toxicidade “in vitro” e “in vivo” da iangambina. A toxicidade “in vitro” foi avaliada através do teste de atividade hemolítica em sangue de carneiro e a “in vivo” pelo sistema teste Allium cepa e toxicidade aguda em camundongos Swiss (Mus musculus). 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