{"id":{"repo_id":"brazil-ufpe","oai_identifier":"oai:repositorio.ufpe.br:123456789/28126"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufpe/oai:repositorio.ufpe.br:123456789/28126","repository":{"repo_id":"brazil-ufpe","name":"Brazil UFPE","base_url":"https://repositorio.ufpe.br/oai/request"},"display":{"title":"Estudo de atividades farmacológicas do óleo essencial extraído de Eugenia brejoensis mazine","abstract":"A Família Myrtaceae representa uma das famílias botânicas de maior expressão nos ecossistemas brasileiros do ponto de vista farmacológico. Estudos realizados com extratos brutos de espécies pertencentes a esse gênero demonstraram a presença de propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, antifúngicas, hipotensora, antidiabética e antioxidante, com base em atividades terapêuticas relatadas na literatura. O objetivo geral deste estudo foi avaliar a atividade antinociceptiva e anti-inflamatória do óleo essencial das folhas de Eugenia brejoensis (OEEB). Foram realizados testes de toxicidade aguda, avaliação da atividade antinociceptiva, avaliação da performance motora e a avaliação anti-inflamatória no tratamento oral e sistêmico. Os experimentos in vivo foram realizados com camundongos Swiss, com idades entre 45 e 60 dias e doses de 30mg, 100mg e 300mg/kg, conforme metodologia adotada e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa Animal da Universidade Federal de Pernambuco. Conforme observado, o OEEB não apresentou toxicidade oral em dose teste de 3000 mg/kg. A atividade antinociceptiva foi observada em todas as doses testadas no modelo de contorção abdominal com diminuição significativa da quantidade de contorções abdominais observadas. No modelo de formalina, o OEEB apresentou atividade antinocioceptiva na fase neurogênica, nas doses de 100 e 300mg e apresentou atividade na fase inflamatória na dose de 300mg, enquanto que no teste da capsaicina intraplantar observou-se atividade antinociceptiva em todas as três doses estudadas. A atividade anti-inflamatória, no modelo de inflamação por óleo de cróton com tratamento sistêmico, ocorreu apenas com a dose de 300mg, enquanto que o tratamento tópico apresentou atividade nas doses de 100 e 300mg. Não foi observado distúrbio de marcha nos animais estudados, fato que reforça a ação antinociceptiva nos modelos estudados.","abstract_html":"A Família Myrtaceae representa uma das famílias botânicas de maior expressão nos ecossistemas brasileiros do ponto de vista farmacológico. Estudos realizados com extratos brutos de espécies pertencentes a esse gênero demonstraram a presença de propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, antifúngicas, hipotensora, antidiabética e antioxidante, com base em atividades terapêuticas relatadas na literatura. O objetivo geral deste estudo foi avaliar a atividade antinociceptiva e anti-inflamatória do óleo essencial das folhas de Eugenia brejoensis (OEEB). 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