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Nosso arquivo de pesquisa, constituído para responder como o processo de ressignificação da Avenida Paulista se deu, é composto de dados primários e secundários extraídos de diferentes posicionamentos — notícias, notas, manifestos, entrevistas — dos sujeitos envolvidos no embate. A partir das análises identificamos que embora as disputas emerjam entre o Governo Local e o Ministério Público, as práticas articulatórias da sociedade civil que foram primordiais para a ressignificação da Paulista. Os discursos que permearam o embate foram o de respeito à vocação aos fluxos da cidade, a ineficiência em equilibrar demandas por parte da Prefeitura, a participação social e a vivência urbana. Como conclusão, apontamos que as disputas pela ressignificação da Paulista representam uma nova forma de pensar democraticamente a cidade, tornando-a possível na escala humana. E que um novo espaço de fluxos parece emergir da Paulista. 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