{"id":{"repo_id":"brazil-ufpe","oai_identifier":"oai:repositorio.ufpe.br:123456789/1455"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufpe/oai:repositorio.ufpe.br:123456789/1455","repository":{"repo_id":"brazil-ufpe","name":"Brazil UFPE","base_url":"https://repositorio.ufpe.br/oai/request"},"display":{"title":"Depressão e qualidade de vida em pacientes no pré e póstransplante renal","abstract":"A insuficiência renal crônica (IRC) é uma deterioração progressiva e irreversível da função renal, na qual a capacidade do organismo em manter o equilíbrio metabólico e hidroeletrolítico falha. O início é insidioso e tem como principais causas a hipertensão arterial e a diabetes mellitus(1-2). O paciente com IRC fica restrito a dois tipos de tratamento: a terapia renal substitutiva ou o transplante, sendo este último a modalidade que oferece melhor qualidade de vida, possível redução do risco de mortalidade(2-3-4) e menor custo em relação à diálise2. A evolução dos transplantes de órgãos representou grande avanço técnico- científico, melhorando significativamente a sobrevida do doente renal crônico e de outros portadores de doença crônica. No entanto, houve um distanciamento de aspectos importantes envolvidos nesse contexto, como os emocionais e psicossociais(5). Porém, esses aspectos vêm ganhando destaque nas produções científicas nacionais e internacionais e repercutindo positivamente no manejo terapêutico com os pacientes(5-6-7-8-9-10). A preocupação com os aspectos psicossociais é fundamental para o sucesso do tratamento(6-11), pois estes interferem na percepção e avaliação da doença, na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com insuficiência renal crônica(11). Considerando-se a importância do assunto para os portadores de doença renal crônica, candidatos a transplante renal, bem como para os pós-transplantados renais, realizou-se, no ano de 2007, estudo sobre a depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no Ambulatório de Transplante Renal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Desta pesquisa resultaram dois artigos que compõem esta dissertação de mestrado. O primeiro é uma revisão da literatura sobre qualidade de vida (QV) e alguns aspectos históricos, éticos, legais e emocionais que envolvem os transplantes de órgãos e tecidos, recorreu-se às bases de dados Medline, Scielo e Lilacs, utilizando os seguintes descritores: depressão, qualidade de vida, transplante de órgãos, doença crônica. Foram utilizados também livros-texto e artigos citados nas referências obtidas na revisão. O segundo, configurado sob a forma de artigo original, teve como objetivo analisar a ocorrência de depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no ambulatório de Transplante Renal do HC-UFPE, dos meses de julho a dezembro de 2007","abstract_html":"A insuficiência renal crônica (IRC) é uma deterioração progressiva e irreversível da função renal, na qual a capacidade do organismo em manter o equilíbrio metabólico e hidroeletrolítico falha. O início é insidioso e tem como principais causas a hipertensão arterial e a diabetes mellitus(1-2). O paciente com IRC fica restrito a dois tipos de tratamento: a terapia renal substitutiva ou o transplante, sendo este último a modalidade que oferece melhor qualidade de vida, possível redução do risco de mortalidade(2-3-4) e menor custo em relação à diálise2. A evolução dos transplantes de órgãos representou grande avanço técnico- científico, melhorando significativamente a sobrevida do doente renal crônico e de outros portadores de doença crônica. No entanto, houve um distanciamento de aspectos importantes envolvidos nesse contexto, como os emocionais e psicossociais(5). Porém, esses aspectos vêm ganhando destaque nas produções científicas nacionais e internacionais e repercutindo positivamente no manejo terapêutico com os pacientes(5-6-7-8-9-10). A preocupação com os aspectos psicossociais é fundamental para o sucesso do tratamento(6-11), pois estes interferem na percepção e avaliação da doença, na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com insuficiência renal crônica(11). Considerando-se a importância do assunto para os portadores de doença renal crônica, candidatos a transplante renal, bem como para os pós-transplantados renais, realizou-se, no ano de 2007, estudo sobre a depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no Ambulatório de Transplante Renal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Desta pesquisa resultaram dois artigos que compõem esta dissertação de mestrado. O primeiro é uma revisão da literatura sobre qualidade de vida (QV) e alguns aspectos históricos, éticos, legais e emocionais que envolvem os transplantes de órgãos e tecidos, recorreu-se às bases de dados Medline, Scielo e Lilacs, utilizando os seguintes descritores: depressão, qualidade de vida, transplante de órgãos, doença crônica. Foram utilizados também livros-texto e artigos citados nas referências obtidas na revisão. O segundo, configurado sob a forma de artigo original, teve como objetivo analisar a ocorrência de depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no ambulatório de Transplante Renal do HC-UFPE, dos meses de julho a dezembro de 2007","abstract_has_math":false,"creators":["BARROS, Patrícia Madruga Rêgo"],"institution":"Universidade Federal de Pernambuco","degree_name":null,"degree_level":null,"degree_discipline":null,"degree_department":null,"school":null,"contributors":[],"advisors":["LIMA, Luciane Soares de"],"committee_chairs":[],"committee_members":[],"year":2008,"date_issued":"2008-01-31","date_published":"2008-01-31","updated_at":"2026-07-24T01:18:55Z","subjects":["Doença crônica","Transplante de órgãos","Qualidade de vida","Depressão"],"languages":["por"],"rights":["openAccess","Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil"],"rights_urls":["http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/"],"identifier_entries":[]},"links":{"outbound_url":"https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1455","outbound_label":"Repository record","outbound_source":"dc:identifier.uri"},"metadata_groups":[{"id":"people","label":"People","entries":[{"key":"dc:contributor.advisor","label":"Advisor","values":["LIMA, Luciane Soares de"]},{"key":"dc:creator","label":"Author","values":["BARROS, Patrícia Madruga Rêgo"]}]},{"id":"academic_context","label":"Academic Context","entries":[{"key":"dc:date.accessioned","label":"Dc Date Accessioned","values":["2014-06-12T15:50:15Z"]},{"key":"dc:date.available","label":"Dc Date Available","values":["2014-06-12T15:50:15Z"]},{"key":"dc:date.issued","label":"Date","values":["2008-01-31"]},{"key":"dc:publisher","label":"Institution","values":["Universidade Federal de Pernambuco"]},{"key":"dc:type","label":"Dc Type","values":["masterThesis"]}]},{"id":"subjects_keywords","label":"Subjects and Keywords","entries":[{"key":"dc:subject","label":"Dc Subject","values":["Doença crônica","Transplante de órgãos","Qualidade de vida","Depressão"]}]},{"id":"language_rights","label":"Language and Rights","entries":[{"key":"dc:language.iso","label":"Language (ISO)","values":["por"]},{"key":"dc:rights","label":"Dc Rights","values":["openAccess","Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil"]},{"key":"dc:rights.uri","label":"Rights URI","values":["http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/"]}]},{"id":"identifiers","label":"Identifiers","entries":[{"key":"dc:identifier.uri","label":"Identifier URI","values":["https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1455"]}]},{"id":"additional","label":"Additional Metadata","entries":[{"key":"dc:description.abstract","label":"Abstract","values":["A insuficiência renal crônica (IRC) é uma deterioração progressiva e irreversível da função renal, na qual a capacidade do organismo em manter o equilíbrio metabólico e hidroeletrolítico falha. O início é insidioso e tem como principais causas a hipertensão arterial e a diabetes mellitus(1-2). O paciente com IRC fica restrito a dois tipos de tratamento: a terapia renal substitutiva ou o transplante, sendo este último a modalidade que oferece melhor qualidade de vida, possível redução do risco de mortalidade(2-3-4) e menor custo em relação à diálise2. A evolução dos transplantes de órgãos representou grande avanço técnico- científico, melhorando significativamente a sobrevida do doente renal crônico e de outros portadores de doença crônica. No entanto, houve um distanciamento de aspectos importantes envolvidos nesse contexto, como os emocionais e psicossociais(5). Porém, esses aspectos vêm ganhando destaque nas produções científicas nacionais e internacionais e repercutindo positivamente no manejo terapêutico com os pacientes(5-6-7-8-9-10). A preocupação com os aspectos psicossociais é fundamental para o sucesso do tratamento(6-11), pois estes interferem na percepção e avaliação da doença, na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com insuficiência renal crônica(11). Considerando-se a importância do assunto para os portadores de doença renal crônica, candidatos a transplante renal, bem como para os pós-transplantados renais, realizou-se, no ano de 2007, estudo sobre a depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no Ambulatório de Transplante Renal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Desta pesquisa resultaram dois artigos que compõem esta dissertação de mestrado. O primeiro é uma revisão da literatura sobre qualidade de vida (QV) e alguns aspectos históricos, éticos, legais e emocionais que envolvem os transplantes de órgãos e tecidos, recorreu-se às bases de dados Medline, Scielo e Lilacs, utilizando os seguintes descritores: depressão, qualidade de vida, transplante de órgãos, doença crônica. Foram utilizados também livros-texto e artigos citados nas referências obtidas na revisão. O segundo, configurado sob a forma de artigo original, teve como objetivo analisar a ocorrência de depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no ambulatório de Transplante Renal do HC-UFPE, dos meses de julho a dezembro de 2007"]},{"key":"dc:title","label":"Title","values":["Depressão e qualidade de vida em pacientes no pré e póstransplante renal"]}]}],"canonical_facts":{"dc:contributor.advisor":["LIMA, Luciane Soares de"],"dc:creator":["BARROS, Patrícia Madruga Rêgo"],"dc:date.accessioned":["2014-06-12T15:50:15Z"],"dc:date.available":["2014-06-12T15:50:15Z"],"dc:date.issued":["2008-01-31"],"dc:description.abstract":["A insuficiência renal crônica (IRC) é uma deterioração progressiva e irreversível da função renal, na qual a capacidade do organismo em manter o equilíbrio metabólico e hidroeletrolítico falha. O início é insidioso e tem como principais causas a hipertensão arterial e a diabetes mellitus(1-2). O paciente com IRC fica restrito a dois tipos de tratamento: a terapia renal substitutiva ou o transplante, sendo este último a modalidade que oferece melhor qualidade de vida, possível redução do risco de mortalidade(2-3-4) e menor custo em relação à diálise2. A evolução dos transplantes de órgãos representou grande avanço técnico- científico, melhorando significativamente a sobrevida do doente renal crônico e de outros portadores de doença crônica. No entanto, houve um distanciamento de aspectos importantes envolvidos nesse contexto, como os emocionais e psicossociais(5). Porém, esses aspectos vêm ganhando destaque nas produções científicas nacionais e internacionais e repercutindo positivamente no manejo terapêutico com os pacientes(5-6-7-8-9-10). A preocupação com os aspectos psicossociais é fundamental para o sucesso do tratamento(6-11), pois estes interferem na percepção e avaliação da doença, na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com insuficiência renal crônica(11). Considerando-se a importância do assunto para os portadores de doença renal crônica, candidatos a transplante renal, bem como para os pós-transplantados renais, realizou-se, no ano de 2007, estudo sobre a depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no Ambulatório de Transplante Renal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Desta pesquisa resultaram dois artigos que compõem esta dissertação de mestrado. O primeiro é uma revisão da literatura sobre qualidade de vida (QV) e alguns aspectos históricos, éticos, legais e emocionais que envolvem os transplantes de órgãos e tecidos, recorreu-se às bases de dados Medline, Scielo e Lilacs, utilizando os seguintes descritores: depressão, qualidade de vida, transplante de órgãos, doença crônica. Foram utilizados também livros-texto e artigos citados nas referências obtidas na revisão. O segundo, configurado sob a forma de artigo original, teve como objetivo analisar a ocorrência de depressão e qualidade de vida em pacientes renais no pré e pós-transplante acompanhados no ambulatório de Transplante Renal do HC-UFPE, dos meses de julho a dezembro de 2007"],"dc:identifier.uri":["https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1455"],"dc:language.iso":["por"],"dc:publisher":["Universidade Federal de Pernambuco"],"dc:rights":["openAccess","Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil"],"dc:rights.uri":["http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/"],"dc:subject":["Doença crônica","Transplante de órgãos","Qualidade de vida","Depressão"],"dc:title":["Depressão e qualidade de vida em pacientes no pré e póstransplante renal"],"dc:type":["masterThesis"]},"updated_at":"2026-07-24T01:18:55Z"}