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Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade dos coloríficos produzidos no Estado da Paraíba, de acordo com as normas de qualidade estabelecidas pelos órgãos competentes e o processo de produção. Foram realizadas análises de rotulagem, confrontando as informações contidas nas embalagens com a legislação vigente brasileira, análises físico-químicas, microbiológicas e instrumentais para Atividade de água. Foram encontradas inconformidades nos rótulos com as seguintes resoluções: RDC 360/03, RDC 359/03 e a RDC 259/02; as inconformidades foram evidenciadas na designação do produto, nos ingredientes, no número de lote e nos valores de porção e medida caseira. Nas composições químicas das amostras foram encontradas grandes variações nos teores de umidade, cinzas, proteínas, lipídios e carboidratos que são consequências do processo de produção adotado e dos ingredientes utilizados na formulação. As amostras de coloríficos artesanais e de pequenas indústrias foram as que apresentaram maiores valores de contaminação microbiana. Neste trabalho, ficou comprovado que existe falta de padronização e de controle de qualidade exigido pela legislação na fabricação dos coloríficos de urucum produzidos na Paraíba.","abstract_html":"No Brasil, a cultura do urucum (Bixa Orellana L.) e sua produção são destinadas à comercialização dos grãos moídos para a produção de coloríficos e dos corantes naturais. O colorífico é um condimento amplamente utilizado na culinária brasileira. Apesar dos coloríficos de urucum apresentar um processo de produção simples, o que se tem observado é a falta de padronização e controle de qualidade que são exigidos pela legislação vigente. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade dos coloríficos produzidos no Estado da Paraíba, de acordo com as normas de qualidade estabelecidas pelos órgãos competentes e o processo de produção. 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