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Assim, diante da multiplicidade de significados que envolvem tal questão, foi escolhido analisar como os policiais, ao longo de suas trajetórias profissionais, lidam com as práticas que levam a construção de saberes e que, em muitos casos, não dialogam com os instrumentos formais que regulam e circunscrevem suas atuações. O processo de “fazer polícia” os coloca como atores sociais que, no exercício de suas funções, estão produzindo significados e construindo socialmente, pelas esquinas das cidades, a sua realidade.","abstract_html":"Este trabalho está centrado no universo de representações dos soldados, cabos, sargentos e subtenentes da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O foco principal, desta pesquisa antropológica, está em compreender a dinâmica de transmissão e construção de saberes e os diferentes valores atribuídos ao conhecimento prático acumulado pelos policiais que vivenciam o cotidiano das ruas no Rio de Janeiro. 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