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Assim como encontrado na literatura, na Faculdade de Medicina da UFF o corpo discente ainda é composto por uma ampla maioria de estudantes brancos e ricos. Nos questionamos se tal perfil poderia corresponder a um habitus, segundo a concepção de Bourdieu. Acreditamos na independência do conceito de raça a classe e, por isso, indicamos em nosso estudo que a política de cotas deveria adotar critério racial exclusivo de maneira a atingir as metas estipuladas pela Lei 12.711/2012. Portanto, a reserva de contas poderá promover um acesso mais equânime e uma universidade mais justa, culturalmente rica, e plural","abstract_html":"O objetivo do nosso trabalho foi conhecer o perfil socioeconômico e racial dos estudantes de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF). Para isso, realizamos um Censo com os alunos que ingressaram entre os anos de 2013 e 2017 no referido curso. 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