{"id":{"repo_id":"brazil-uff","oai_identifier":"oai:app.uff.br:1/42904"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-uff/oai:app.uff.br:1/42904","repository":{"repo_id":"brazil-uff","name":"Brazil UFF","base_url":"https://app.uff.br/oai/request"},"display":{"title":"Manejo da dor dos pacientes em cuidados paliativos oncológicos : revisão integrativa","abstract":"Introdução: O câncer é uma doença degenerativa de origem multifatorial caracterizada pela multiplicação celular desordenada, sendo uma das principais causas de morte da atualidade. A progressão da doença promove o comprometimento da funcionalidade dos sítios orgânicos, além de causar sintomas debilitantes como dor, que impacta diretamente na qualidade de vida do paciente. Desse modo, evidencia-se a necessidade da introdução dos cuidados paliativos no tratamento oncológico como estratégia para promover conforto e alívio dos sintomas. Assim, como a enfermagem é uma das principais fontes de cuidado ao paciente oncológico, destaca-se o seu papel central na implementação de práticas farmacológicas e não farmacológicas para manejo da dor do câncer. Objetivo: Analisar as estratégias de manejo da dor pela enfermagem e suas repercussões para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes em cuidados paliativos com câncer. Método: Trata-se de revisão integrativa de literatura, em que foram utilizados artigos publicados entre 2015 e 2025 nas seguintes bases de dados: LILACS e MEDLINE do portal da Biblioteca Virtual em Saúde e no Portal de Periódicos do Capes, abrangendo a CINAHL, SCOPUS, PUBMED, EMBASE e Web of Science. Resultados: Foram selecionados 14 artigos, sendo 9 da PUBMED, 1 da Web of Science, 1 da SCOPUS e 3 da CINAHL, que foram separados em 10 eixos temáticos, sendo eles: auriculoterapia, acupuntura, acupressão, reiki, aromaterapia, estimulação transcraniana, musicoterapia, massoterapia, opióide e não opióide. Estes estudos demonstram que quando ocorre a capacitação com base em evidências científicas, o enfermeiro apresenta uma variedade de intervenções que podem ser aplicadas na prática assistencial que aliviam a dor oncológica, proporcionando a possibilidade de realizar as atividades do cotidiano. Considerações finais: Diante do exposto, a partir desta revisão, foi possível identificar as estratégias de manejo da dor pela enfermagem na assistência paliativa, que contribuem positivamente na qualidade de vida do paciente oncológico, a partir de um cuidado individualizado, digno e humanizado.","abstract_html":"Introdução: O câncer é uma doença degenerativa de origem multifatorial caracterizada pela multiplicação celular desordenada, sendo uma das principais causas de morte da atualidade. A progressão da doença promove o comprometimento da funcionalidade dos sítios orgânicos, além de causar sintomas debilitantes como dor, que impacta diretamente na qualidade de vida do paciente. Desse modo, evidencia-se a necessidade da introdução dos cuidados paliativos no tratamento oncológico como estratégia para promover conforto e alívio dos sintomas. Assim, como a enfermagem é uma das principais fontes de cuidado ao paciente oncológico, destaca-se o seu papel central na implementação de práticas farmacológicas e não farmacológicas para manejo da dor do câncer. Objetivo: Analisar as estratégias de manejo da dor pela enfermagem e suas repercussões para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes em cuidados paliativos com câncer. Método: Trata-se de revisão integrativa de literatura, em que foram utilizados artigos publicados entre 2015 e 2025 nas seguintes bases de dados: LILACS e MEDLINE do portal da Biblioteca Virtual em Saúde e no Portal de Periódicos do Capes, abrangendo a CINAHL, SCOPUS, PUBMED, EMBASE e Web of Science. 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