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Investigou-se qual subjetividade é esta que é mobilizada para que o sujeito trabalhe e como se dá este processo, que leva em consideração a inteligência astuciosa, a ressonância simbólica, a sublimação, o reconhecimento, a cooperação e os espaços de deliberação. O trabalhador sofre no momento em que lida com o insucesso advindo da impossibilidade de seguir fielmente as prescrições. O sofrimento, então, se transforma em exigência de superação e a subjetividade é mobilizada a fim de que o sujeito consiga produzir prazer e encontrar sentido no trabalho. Quanto à metodologia, foi realizada uma pesquisa bibliográfica de obras de autores que se baseiam na Psicodinâmica do Trabalho, recorrendo-se mais diretamente ao trabalho de Christophe Dejours, além de autores que têm como suporte o pensamento de Winnicott. 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