{"id":{"repo_id":"brazil-uff","oai_identifier":"oai:app.uff.br:1/37426"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-uff/oai:app.uff.br:1/37426","repository":{"repo_id":"brazil-uff","name":"Brazil UFF","base_url":"https://app.uff.br/oai/request"},"display":{"title":"Pistas inclusivas: caminhos para reparações históricas na educação inclusiva a partir do letramento anticapacitista","abstract":"Esta dissertação discute caminhos para reparações históricas na escola, com foco no letramento anticapacitista e no enfrentamento da exaustão no trabalho de cuidado da inclusão escolar. O estudo argumenta que, ao tratar a deficiência como algo localizado exclusivamente no corpo de quem a vivencia e o cuidado como responsabilidade individual, as práticas inclusivas se distanciam de um modelo efetivamente inclusivo. Proponho com esta dissertação a estimular comunidades de aprendizado. Inclusive ser, em si, uma. A inclusão se dá no encontro entre as pessoas, por isso, a metodologia é pesquisarCOM (Moraes, 2016), que defende que a imposição de um estilo universal de escrita de trabalhos acadêmicos nos faz correr os riscos de produzir uma história única e apagar muitos mundos. Aponto que as legislações não foram acompanhadas de medidas que possibilitem a implementação adequada da inclusão e existe a necessidade de criar espaços para desaprender soluções improvisadas na inclusão escolar; Assim, essas linhas acompanham a formação de algumas redes de educadores e demais profissionais para a diversidade que chega junto com as políticas inclusivas em diversos contexto. Busco uma partilha de experiências e discussões coletivas para que possamos problematizar e repensar nossa prática e exercitar a postura crítica. Fomentando, assim, um espaço para questionar, problematizar e intervir em práticas excludentes que naturalizamos em nosso cotidiano. O convite é também aproximar a escola e seus profissionais desses temas para que estejam cada vez mais atentos a garantir o necessário e possível para tornar seus espaços e práticas mais acessíveis e inclusivas. Por isso, além de refúgio, é também a tática de sobrevivência e reavivamento do desejo de valorizar a profissão e fomentar a saúde nesse campo. A saída precisa ser coletiva.","abstract_html":"Esta dissertação discute caminhos para reparações históricas na escola, com foco no letramento anticapacitista e no enfrentamento da exaustão no trabalho de cuidado da inclusão escolar. O estudo argumenta que, ao tratar a deficiência como algo localizado exclusivamente no corpo de quem a vivencia e o cuidado como responsabilidade individual, as práticas inclusivas se distanciam de um modelo efetivamente inclusivo. Proponho com esta dissertação a estimular comunidades de aprendizado. Inclusive ser, em si, uma. A inclusão se dá no encontro entre as pessoas, por isso, a metodologia é pesquisarCOM (Moraes, 2016), que defende que a imposição de um estilo universal de escrita de trabalhos acadêmicos nos faz correr os riscos de produzir uma história única e apagar muitos mundos. Aponto que as legislações não foram acompanhadas de medidas que possibilitem a implementação adequada da inclusão e existe a necessidade de criar espaços para desaprender soluções improvisadas na inclusão escolar; Assim, essas linhas acompanham a formação de algumas redes de educadores e demais profissionais para a diversidade que chega junto com as políticas inclusivas em diversos contexto. Busco uma partilha de experiências e discussões coletivas para que possamos problematizar e repensar nossa prática e exercitar a postura crítica. Fomentando, assim, um espaço para questionar, problematizar e intervir em práticas excludentes que naturalizamos em nosso cotidiano. O convite é também aproximar a escola e seus profissionais desses temas para que estejam cada vez mais atentos a garantir o necessário e possível para tornar seus espaços e práticas mais acessíveis e inclusivas. Por isso, além de refúgio, é também a tática de sobrevivência e reavivamento do desejo de valorizar a profissão e fomentar a saúde nesse campo. A saída precisa ser coletiva.","abstract_has_math":false,"creators":["Athayde, Mariana Moreno de"],"institution":null,"degree_name":null,"degree_level":null,"degree_discipline":null,"degree_department":null,"school":null,"contributors":[],"advisors":[],"committee_chairs":[],"committee_members":[],"year":null,"date_issued":"","date_published":null,"updated_at":"2026-07-27T19:00:24Z","subjects":[],"languages":["pt_BR"],"rights":["Open Access"],"rights_urls":[],"identifier_entries":[]},"links":{"outbound_url":"https://app.uff.br/riuff/handle/1/37426","outbound_label":"Repository record","outbound_source":"dc:identifier.uri"},"metadata_groups":[{"id":"people","label":"People","entries":[{"key":"dc:creator","label":"Author","values":["Athayde, Mariana Moreno de"]}]},{"id":"academic_context","label":"Academic Context","entries":[{"key":"dc:date.accessioned","label":"Dc Date Accessioned","values":["2025-03-24T20:58:50Z"]},{"key":"dc:date.available","label":"Dc Date Available","values":["2025-03-24T20:58:50Z"]},{"key":"dc:type","label":"Dc Type","values":["Dissertação"]}]},{"id":"language_rights","label":"Language and Rights","entries":[{"key":"dc:language.iso","label":"Language (ISO)","values":["pt_BR"]},{"key":"dc:rights","label":"Dc Rights","values":["Open Access"]}]},{"id":"identifiers","label":"Identifiers","entries":[{"key":"dc:identifier.uri","label":"Identifier URI","values":["https://app.uff.br/riuff/handle/1/37426"]}]},{"id":"additional","label":"Additional Metadata","entries":[{"key":"dc:description.abstract","label":"Abstract","values":["Esta dissertação discute caminhos para reparações históricas na escola, com foco no letramento anticapacitista e no enfrentamento da exaustão no trabalho de cuidado da inclusão escolar. O estudo argumenta que, ao tratar a deficiência como algo localizado exclusivamente no corpo de quem a vivencia e o cuidado como responsabilidade individual, as práticas inclusivas se distanciam de um modelo efetivamente inclusivo. Proponho com esta dissertação a estimular comunidades de aprendizado. Inclusive ser, em si, uma. A inclusão se dá no encontro entre as pessoas, por isso, a metodologia é pesquisarCOM (Moraes, 2016), que defende que a imposição de um estilo universal de escrita de trabalhos acadêmicos nos faz correr os riscos de produzir uma história única e apagar muitos mundos. Aponto que as legislações não foram acompanhadas de medidas que possibilitem a implementação adequada da inclusão e existe a necessidade de criar espaços para desaprender soluções improvisadas na inclusão escolar; Assim, essas linhas acompanham a formação de algumas redes de educadores e demais profissionais para a diversidade que chega junto com as políticas inclusivas em diversos contexto. Busco uma partilha de experiências e discussões coletivas para que possamos problematizar e repensar nossa prática e exercitar a postura crítica. Fomentando, assim, um espaço para questionar, problematizar e intervir em práticas excludentes que naturalizamos em nosso cotidiano. O convite é também aproximar a escola e seus profissionais desses temas para que estejam cada vez mais atentos a garantir o necessário e possível para tornar seus espaços e práticas mais acessíveis e inclusivas. Por isso, além de refúgio, é também a tática de sobrevivência e reavivamento do desejo de valorizar a profissão e fomentar a saúde nesse campo. A saída precisa ser coletiva."]},{"key":"dc:title","label":"Title","values":["Pistas inclusivas: caminhos para reparações históricas na educação inclusiva a partir do letramento anticapacitista"]}]}],"canonical_facts":{"dc:creator":["Athayde, Mariana Moreno de"],"dc:date.accessioned":["2025-03-24T20:58:50Z"],"dc:date.available":["2025-03-24T20:58:50Z"],"dc:description.abstract":["Esta dissertação discute caminhos para reparações históricas na escola, com foco no letramento anticapacitista e no enfrentamento da exaustão no trabalho de cuidado da inclusão escolar. O estudo argumenta que, ao tratar a deficiência como algo localizado exclusivamente no corpo de quem a vivencia e o cuidado como responsabilidade individual, as práticas inclusivas se distanciam de um modelo efetivamente inclusivo. Proponho com esta dissertação a estimular comunidades de aprendizado. Inclusive ser, em si, uma. A inclusão se dá no encontro entre as pessoas, por isso, a metodologia é pesquisarCOM (Moraes, 2016), que defende que a imposição de um estilo universal de escrita de trabalhos acadêmicos nos faz correr os riscos de produzir uma história única e apagar muitos mundos. Aponto que as legislações não foram acompanhadas de medidas que possibilitem a implementação adequada da inclusão e existe a necessidade de criar espaços para desaprender soluções improvisadas na inclusão escolar; Assim, essas linhas acompanham a formação de algumas redes de educadores e demais profissionais para a diversidade que chega junto com as políticas inclusivas em diversos contexto. Busco uma partilha de experiências e discussões coletivas para que possamos problematizar e repensar nossa prática e exercitar a postura crítica. Fomentando, assim, um espaço para questionar, problematizar e intervir em práticas excludentes que naturalizamos em nosso cotidiano. O convite é também aproximar a escola e seus profissionais desses temas para que estejam cada vez mais atentos a garantir o necessário e possível para tornar seus espaços e práticas mais acessíveis e inclusivas. Por isso, além de refúgio, é também a tática de sobrevivência e reavivamento do desejo de valorizar a profissão e fomentar a saúde nesse campo. A saída precisa ser coletiva."],"dc:identifier.uri":["https://app.uff.br/riuff/handle/1/37426"],"dc:language.iso":["pt_BR"],"dc:rights":["Open Access"],"dc:title":["Pistas inclusivas: caminhos para reparações históricas na educação inclusiva a partir do letramento anticapacitista"],"dc:type":["Dissertação"]},"updated_at":"2026-07-27T19:00:24Z"}