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Esses dados permitem validar comportamentos internos da aplicação, como chamadas para sistemas externos, interações com bancos de dados e o fluxo de microsserviços chamados durante uma requisição específica, informações que não seriam diretamente acessíveis por meio de métodos de teste convencionais. Embora o trace-based testing ainda seja pouco conhecido, já existem algumas ferramentas no mercado que o utilizam, cada uma com suas próprias peculiaridades. Neste trabalho foram selecionadas algumas das ferramentas disponíveis para realizar uma análise comparativa, explorando suas capacidades e limitações, considerando critérios como quantidade de gatilhos, interface, tempo de execução ou integrações disponíveis. 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