{"id":{"repo_id":"brazil-uff","oai_identifier":"oai:app.uff.br:1/32128"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-uff/oai:app.uff.br:1/32128","repository":{"repo_id":"brazil-uff","name":"Brazil UFF","base_url":"https://app.uff.br/oai/request"},"display":{"title":"O método in vitro é preciso para estudar os localizadores foraminais?","abstract":"Objetivo: Validar, por microtomografia computadorizada (micro-CT), a odontometria feita em laboratório com um localizador foraminal eletrônico (LFE) padrão ouro, tendo como controle a odontometria feita pelo mesmo in vivo. A micro-CT foi a ferramenta usada para medir o comprimento real do canal e verificar a posição da lima no seu interior. Material e métodos: 11 elementos dentários com polpas vitais, com indicação de exodontia e sem nenhuma instrumentação endodôntica prévia, foram utilizados nesta pesquisa. Em todas as amostras, após acesso aos canais radiculares e instrumentação do terço cervical, a odontometria foi feita pelo LFE Root ZX II (J Morita, Tóquio, Japão). Os cursores foram fixados nas limas nas posições que o LFE marcou “APEX” no “display”. Após as exodontias, foram realizadas microtomografias com os instrumentos no interior dos canais e em seguida sem os mesmos. Na sequência, foram efetuadas a odontometrias com o LFE, desta vez em laboratório, com os espécimes inseridos em uma base experimental contendo alginato. Os cursores foram fixados nas limas, nas posições detectadas pelo aparelho, e os dentes novamente escaneados. O protocolo de reconstrução dos escaneamentos utilizou as imagens com e sem os instrumentos, tanto para as medidas in vivo, quanto in vitro. A referência para estas foi uma linha que tangenciou as duas bordas de cada forame. Foram consideradas positivas as que ultrapassaram desta linha, e negativas ou ficaram aquém desta linha. As medidas consideradas precisas ficaram dentro do intervalo de ±0,5mm, desde que não ultrapassassem o forame apical. Para a análise estatística dos dados, aplicou-se o teste qui-quadrado, para verificar a capacidade do LFE em detectar a posição do forame maior, e o teste T para variáveis dependentes para detectar as dissonâncias das medidas obtidas in vivo e in vitro, com um nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas tanto na precisão das leituras in vivo em comparação com as in vitro, quanto na comparação da precisão das leituras entre elas. Conclusão: Medidas in vivo e in vitro, dentro do nível de tolerância de 1mm, 0,5 mm e 0, utilizando as mesmas amostras dentárias e o mesmo localizador, tiveram desempenhos semelhantes em relação à detecção do forame maior.","abstract_html":"Objetivo: Validar, por microtomografia computadorizada (micro-CT), a odontometria feita em laboratório com um localizador foraminal eletrônico (LFE) padrão ouro, tendo como controle a odontometria feita pelo mesmo in vivo. A micro-CT foi a ferramenta usada para medir o comprimento real do canal e verificar a posição da lima no seu interior. Material e métodos: 11 elementos dentários com polpas vitais, com indicação de exodontia e sem nenhuma instrumentação endodôntica prévia, foram utilizados nesta pesquisa. Em todas as amostras, após acesso aos canais radiculares e instrumentação do terço cervical, a odontometria foi feita pelo LFE Root ZX II (J Morita, Tóquio, Japão). Os cursores foram fixados nas limas nas posições que o LFE marcou “APEX” no “display”. Após as exodontias, foram realizadas microtomografias com os instrumentos no interior dos canais e em seguida sem os mesmos. Na sequência, foram efetuadas a odontometrias com o LFE, desta vez em laboratório, com os espécimes inseridos em uma base experimental contendo alginato. Os cursores foram fixados nas limas, nas posições detectadas pelo aparelho, e os dentes novamente escaneados. O protocolo de reconstrução dos escaneamentos utilizou as imagens com e sem os instrumentos, tanto para as medidas in vivo, quanto in vitro. A referência para estas foi uma linha que tangenciou as duas bordas de cada forame. Foram consideradas positivas as que ultrapassaram desta linha, e negativas ou ficaram aquém desta linha. As medidas consideradas precisas ficaram dentro do intervalo de ±0,5mm, desde que não ultrapassassem o forame apical. Para a análise estatística dos dados, aplicou-se o teste qui-quadrado, para verificar a capacidade do LFE em detectar a posição do forame maior, e o teste T para variáveis dependentes para detectar as dissonâncias das medidas obtidas in vivo e in vitro, com um nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas tanto na precisão das leituras in vivo em comparação com as in vitro, quanto na comparação da precisão das leituras entre elas. Conclusão: Medidas in vivo e in vitro, dentro do nível de tolerância de 1mm, 0,5 mm e 0, utilizando as mesmas amostras dentárias e o mesmo localizador, tiveram desempenhos semelhantes em relação à detecção do forame maior.","abstract_has_math":false,"creators":["Carestiato, Maristela Giaquinto Herkenhoff"],"institution":null,"degree_name":null,"degree_level":null,"degree_discipline":null,"degree_department":null,"school":null,"contributors":[],"advisors":[],"committee_chairs":[],"committee_members":[],"year":null,"date_issued":"","date_published":null,"updated_at":"2026-07-27T19:00:35Z","subjects":[],"languages":["pt_BR"],"rights":["Open Access"],"rights_urls":[],"identifier_entries":[]},"links":{"outbound_url":"http://app.uff.br/riuff/handle/1/32128","outbound_label":"Repository record","outbound_source":"dc:identifier.uri"},"metadata_groups":[{"id":"people","label":"People","entries":[{"key":"dc:creator","label":"Author","values":["Carestiato, Maristela Giaquinto Herkenhoff"]}]},{"id":"academic_context","label":"Academic Context","entries":[{"key":"dc:date.accessioned","label":"Dc Date Accessioned","values":["2024-01-30T17:46:50Z"]},{"key":"dc:date.available","label":"Dc Date Available","values":["2024-01-30T17:46:50Z"]},{"key":"dc:type","label":"Dc Type","values":["Dissertação"]}]},{"id":"language_rights","label":"Language and Rights","entries":[{"key":"dc:language.iso","label":"Language (ISO)","values":["pt_BR"]},{"key":"dc:rights","label":"Dc Rights","values":["Open Access"]}]},{"id":"identifiers","label":"Identifiers","entries":[{"key":"dc:identifier.uri","label":"Identifier URI","values":["http://app.uff.br/riuff/handle/1/32128"]}]},{"id":"additional","label":"Additional Metadata","entries":[{"key":"dc:description.abstract","label":"Abstract","values":["Objetivo: Validar, por microtomografia computadorizada (micro-CT), a odontometria feita em laboratório com um localizador foraminal eletrônico (LFE) padrão ouro, tendo como controle a odontometria feita pelo mesmo in vivo. A micro-CT foi a ferramenta usada para medir o comprimento real do canal e verificar a posição da lima no seu interior. Material e métodos: 11 elementos dentários com polpas vitais, com indicação de exodontia e sem nenhuma instrumentação endodôntica prévia, foram utilizados nesta pesquisa. Em todas as amostras, após acesso aos canais radiculares e instrumentação do terço cervical, a odontometria foi feita pelo LFE Root ZX II (J Morita, Tóquio, Japão). Os cursores foram fixados nas limas nas posições que o LFE marcou “APEX” no “display”. Após as exodontias, foram realizadas microtomografias com os instrumentos no interior dos canais e em seguida sem os mesmos. Na sequência, foram efetuadas a odontometrias com o LFE, desta vez em laboratório, com os espécimes inseridos em uma base experimental contendo alginato. Os cursores foram fixados nas limas, nas posições detectadas pelo aparelho, e os dentes novamente escaneados. O protocolo de reconstrução dos escaneamentos utilizou as imagens com e sem os instrumentos, tanto para as medidas in vivo, quanto in vitro. A referência para estas foi uma linha que tangenciou as duas bordas de cada forame. Foram consideradas positivas as que ultrapassaram desta linha, e negativas ou ficaram aquém desta linha. As medidas consideradas precisas ficaram dentro do intervalo de ±0,5mm, desde que não ultrapassassem o forame apical. Para a análise estatística dos dados, aplicou-se o teste qui-quadrado, para verificar a capacidade do LFE em detectar a posição do forame maior, e o teste T para variáveis dependentes para detectar as dissonâncias das medidas obtidas in vivo e in vitro, com um nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas tanto na precisão das leituras in vivo em comparação com as in vitro, quanto na comparação da precisão das leituras entre elas. Conclusão: Medidas in vivo e in vitro, dentro do nível de tolerância de 1mm, 0,5 mm e 0, utilizando as mesmas amostras dentárias e o mesmo localizador, tiveram desempenhos semelhantes em relação à detecção do forame maior."]},{"key":"dc:title","label":"Title","values":["O método in vitro é preciso para estudar os localizadores foraminais?"]}]}],"canonical_facts":{"dc:creator":["Carestiato, Maristela Giaquinto Herkenhoff"],"dc:date.accessioned":["2024-01-30T17:46:50Z"],"dc:date.available":["2024-01-30T17:46:50Z"],"dc:description.abstract":["Objetivo: Validar, por microtomografia computadorizada (micro-CT), a odontometria feita em laboratório com um localizador foraminal eletrônico (LFE) padrão ouro, tendo como controle a odontometria feita pelo mesmo in vivo. A micro-CT foi a ferramenta usada para medir o comprimento real do canal e verificar a posição da lima no seu interior. Material e métodos: 11 elementos dentários com polpas vitais, com indicação de exodontia e sem nenhuma instrumentação endodôntica prévia, foram utilizados nesta pesquisa. Em todas as amostras, após acesso aos canais radiculares e instrumentação do terço cervical, a odontometria foi feita pelo LFE Root ZX II (J Morita, Tóquio, Japão). Os cursores foram fixados nas limas nas posições que o LFE marcou “APEX” no “display”. Após as exodontias, foram realizadas microtomografias com os instrumentos no interior dos canais e em seguida sem os mesmos. Na sequência, foram efetuadas a odontometrias com o LFE, desta vez em laboratório, com os espécimes inseridos em uma base experimental contendo alginato. Os cursores foram fixados nas limas, nas posições detectadas pelo aparelho, e os dentes novamente escaneados. O protocolo de reconstrução dos escaneamentos utilizou as imagens com e sem os instrumentos, tanto para as medidas in vivo, quanto in vitro. A referência para estas foi uma linha que tangenciou as duas bordas de cada forame. Foram consideradas positivas as que ultrapassaram desta linha, e negativas ou ficaram aquém desta linha. As medidas consideradas precisas ficaram dentro do intervalo de ±0,5mm, desde que não ultrapassassem o forame apical. Para a análise estatística dos dados, aplicou-se o teste qui-quadrado, para verificar a capacidade do LFE em detectar a posição do forame maior, e o teste T para variáveis dependentes para detectar as dissonâncias das medidas obtidas in vivo e in vitro, com um nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas tanto na precisão das leituras in vivo em comparação com as in vitro, quanto na comparação da precisão das leituras entre elas. Conclusão: Medidas in vivo e in vitro, dentro do nível de tolerância de 1mm, 0,5 mm e 0, utilizando as mesmas amostras dentárias e o mesmo localizador, tiveram desempenhos semelhantes em relação à detecção do forame maior."],"dc:identifier.uri":["http://app.uff.br/riuff/handle/1/32128"],"dc:language.iso":["pt_BR"],"dc:rights":["Open Access"],"dc:title":["O método in vitro é preciso para estudar os localizadores foraminais?"],"dc:type":["Dissertação"]},"updated_at":"2026-07-27T19:00:35Z"}