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Essas saídas sugerem transformações nos modos de viver a velhice, pois, rompem com uma programação de experiências e comportamentos que tendem a confinar os idosos no mundo privado, recriando estruturas protecionistas tradicionais. As experiências de saída dessas mulheres parecem produzir transformações nas relações sociais, incluindo as de gênero. A ocupação desses novos lugares possivelmente permite o exercício de novos poderes, expressando formas de empoderamento de mulheres.","abstract_html":"Este trabalho resulta dos anos de pesquisa e estágio no Projeto de Valorização do Envelhecer – PROVE - INDC/UFRJ (Instituto de Neurologia Deolindo Couto – Universidade Federal do Rio de Janeiro), um centro de convivência destinado a pessoas com mais de 60 anos.1 Abre-se à reflexão das experiências vividas por algumas velhas mulheres participantes de centros de convivência para idosos2 , no tempo presente. Para tanto, investiga um pequeno grupo de freqüentadoras do PROVE. 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