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Discuto aqui o espetáculo Desassossego em Branco, a instalação The Invisible Exhibition e a literatura de Jorge Luis Borges, além de locutores vários presentes na pesquisa. Tais produções e projetos, elaborados por pessoas não-videntes, voltam-se para a produção de suas próprias narrativas e combate a este processo de assujeitamento, resistindo às dinâmicas capacitistas nas práticas diárias e relações institucionais. Suas atualizações de uma epistemologia não-vidente tanto irradiam uma retomada emancipatória de conhecimentos legítimos quanto denunciam o processo de naturalização da vidência compulsória e corporalidade hegemônica ocidental moderna. 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