{"id":{"repo_id":"brazil-uff","oai_identifier":"oai:app.uff.br:1/21605"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-uff/oai:app.uff.br:1/21605","repository":{"repo_id":"brazil-uff","name":"Brazil UFF","base_url":"https://app.uff.br/oai/request"},"display":{"title":"Mirando as tecnologias: aprendizagens de geografias vizinhas","abstract":"Estar envolvida com a docência sempre me exigiu ir além de construir um plano de aula aplicável. Eu observava os meus alunos e percebia o modo que eles gostariam de aprender. Identifiquei nessas observações o fascínio das crianças pelo uso do telefone celular, fato que gerou o seguinte questionamento: Como potencializar aprendizagens de Geografia explorando narrativas sobre experiências de paisagem, lugar e espaço geográfico a partir de fotos feitas por câmera de celulares ou ipads, por meio dos modos de crianças olharem o mundo? Os estudos para a presente pesquisa têm caráter qualitativo, na perspectiva da pesquisa com o cotidiano, valorizando observações e diálogos com crianças, explorando a produção de fotografias na construção de conhecimento regional e territorial em diferentes escalas. Para tanto, o objetivo pretendido é problematizar aprendizagens de crianças sobre paisagens, lugares e espaço geográfico com fotos produzidas no celular. O público-alvo desta pesquisa foram crianças do 6º ano do ensino fundamental de uma escola da rede privada de Campos dos Goytacazes/RJ. A investigação seguiu as seguintes etapas, que não aconteceram de maneira linear, mas num arranjo simultâneo e integrado ao longo da pesquisa: levantamento bibliográfico para seleção de textos de fundamentação e discussão da produção teórica; pesquisas em campo, com realização de rodas de conversas, registros e narrativas dos alunos, produção e coletas de fotografias e mapas mentais feitos pelos alunos; análise e discussão dos dados produzidos, com base nas pesquisas teóricas e práticas que que foram efetuadas e redação dos achados de campo. Ao final do trabalho, por meio das análises feitas, as geografias vizinhas apareceram como as geografias dos outros, aquelas que estão tão perto e ao mesmo tempo muito longe. Essas geografias dos alunos – dos outros – necessita de convite para adentrar a sala de aula. Quais atividades promovem ou não esse convite? Assim, é preciso que os professores sempre se perguntem: as portas da sala de aula estão abertas para as geografias vizinhas?","abstract_html":"Estar envolvida com a docência sempre me exigiu ir além de construir um plano de aula aplicável. Eu observava os meus alunos e percebia o modo que eles gostariam de aprender. Identifiquei nessas observações o fascínio das crianças pelo uso do telefone celular, fato que gerou o seguinte questionamento: Como potencializar aprendizagens de Geografia explorando narrativas sobre experiências de paisagem, lugar e espaço geográfico a partir de fotos feitas por câmera de celulares ou ipads, por meio dos modos de crianças olharem o mundo? Os estudos para a presente pesquisa têm caráter qualitativo, na perspectiva da pesquisa com o cotidiano, valorizando observações e diálogos com crianças, explorando a produção de fotografias na construção de conhecimento regional e territorial em diferentes escalas. Para tanto, o objetivo pretendido é problematizar aprendizagens de crianças sobre paisagens, lugares e espaço geográfico com fotos produzidas no celular. O público-alvo desta pesquisa foram crianças do 6º ano do ensino fundamental de uma escola da rede privada de Campos dos Goytacazes/RJ. A investigação seguiu as seguintes etapas, que não aconteceram de maneira linear, mas num arranjo simultâneo e integrado ao longo da pesquisa: levantamento bibliográfico para seleção de textos de fundamentação e discussão da produção teórica; pesquisas em campo, com realização de rodas de conversas, registros e narrativas dos alunos, produção e coletas de fotografias e mapas mentais feitos pelos alunos; análise e discussão dos dados produzidos, com base nas pesquisas teóricas e práticas que que foram efetuadas e redação dos achados de campo. Ao final do trabalho, por meio das análises feitas, as geografias vizinhas apareceram como as geografias dos outros, aquelas que estão tão perto e ao mesmo tempo muito longe. Essas geografias dos alunos – dos outros – necessita de convite para adentrar a sala de aula. Quais atividades promovem ou não esse convite? Assim, é preciso que os professores sempre se perguntem: as portas da sala de aula estão abertas para as geografias vizinhas?","abstract_has_math":false,"creators":["Alves, Hortência de Jesus Rodrigues"],"institution":null,"degree_name":null,"degree_level":null,"degree_discipline":null,"degree_department":null,"school":null,"contributors":[],"advisors":["Bernardes, Antônio Henrique"],"committee_chairs":[],"committee_members":[],"year":2020,"date_issued":"2020","date_published":"2020","updated_at":"2026-07-27T19:00:53Z","subjects":[],"languages":["pt_BR"],"rights":["Open Access"],"rights_urls":["http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/"],"identifier_entries":[{"key":"dc:identifier.doi","label":"DOI","values":["https://dx.doi.org/10.22409/PPG.2020.m.12366549784"],"render_values":[{"text":"https://dx.doi.org/10.22409/PPG.2020.m.12366549784","href":"https://dx.doi.org/10.22409/PPG.2020.m.12366549784","code":true}]}]},"links":{"outbound_url":"https://app.uff.br/riuff/handle/1/21605","outbound_label":"Repository record","outbound_source":"dc:identifier.uri"},"metadata_groups":[{"id":"people","label":"People","entries":[{"key":"dc:contributor.advisor","label":"Advisor","values":["Bernardes, Antônio Henrique"]},{"key":"dc:creator","label":"Author","values":["Alves, Hortência de Jesus Rodrigues"]}]},{"id":"academic_context","label":"Academic Context","entries":[{"key":"dc:date.accessioned","label":"Dc Date Accessioned","values":["2021-04-05T12:43:12Z"]},{"key":"dc:date.available","label":"Dc Date Available","values":["2021-04-05T12:43:12Z"]},{"key":"dc:date.issued","label":"Date","values":["2020"]},{"key":"dc:type","label":"Dc Type","values":["Dissertação"]}]},{"id":"language_rights","label":"Language and Rights","entries":[{"key":"dc:language.iso","label":"Language (ISO)","values":["pt_BR"]},{"key":"dc:rights","label":"Dc Rights","values":["Open Access"]},{"key":"dc:rights.uri","label":"Rights URI","values":["http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/"]}]},{"id":"identifiers","label":"Identifiers","entries":[{"key":"dc:identifier.doi","label":"DOI","values":["https://dx.doi.org/10.22409/PPG.2020.m.12366549784"]},{"key":"dc:identifier.uri","label":"Identifier URI","values":["https://app.uff.br/riuff/handle/1/21605"]}]},{"id":"additional","label":"Additional Metadata","entries":[{"key":"dc:description.abstract","label":"Abstract","values":["Estar envolvida com a docência sempre me exigiu ir além de construir um plano de aula aplicável. Eu observava os meus alunos e percebia o modo que eles gostariam de aprender. Identifiquei nessas observações o fascínio das crianças pelo uso do telefone celular, fato que gerou o seguinte questionamento: Como potencializar aprendizagens de Geografia explorando narrativas sobre experiências de paisagem, lugar e espaço geográfico a partir de fotos feitas por câmera de celulares ou ipads, por meio dos modos de crianças olharem o mundo? Os estudos para a presente pesquisa têm caráter qualitativo, na perspectiva da pesquisa com o cotidiano, valorizando observações e diálogos com crianças, explorando a produção de fotografias na construção de conhecimento regional e territorial em diferentes escalas. Para tanto, o objetivo pretendido é problematizar aprendizagens de crianças sobre paisagens, lugares e espaço geográfico com fotos produzidas no celular. O público-alvo desta pesquisa foram crianças do 6º ano do ensino fundamental de uma escola da rede privada de Campos dos Goytacazes/RJ. A investigação seguiu as seguintes etapas, que não aconteceram de maneira linear, mas num arranjo simultâneo e integrado ao longo da pesquisa: levantamento bibliográfico para seleção de textos de fundamentação e discussão da produção teórica; pesquisas em campo, com realização de rodas de conversas, registros e narrativas dos alunos, produção e coletas de fotografias e mapas mentais feitos pelos alunos; análise e discussão dos dados produzidos, com base nas pesquisas teóricas e práticas que que foram efetuadas e redação dos achados de campo. Ao final do trabalho, por meio das análises feitas, as geografias vizinhas apareceram como as geografias dos outros, aquelas que estão tão perto e ao mesmo tempo muito longe. Essas geografias dos alunos – dos outros – necessita de convite para adentrar a sala de aula. Quais atividades promovem ou não esse convite? Assim, é preciso que os professores sempre se perguntem: as portas da sala de aula estão abertas para as geografias vizinhas?"]},{"key":"dc:title","label":"Title","values":["Mirando as tecnologias: aprendizagens de geografias vizinhas"]}]}],"canonical_facts":{"dc:contributor.advisor":["Bernardes, Antônio Henrique"],"dc:creator":["Alves, Hortência de Jesus Rodrigues"],"dc:date.accessioned":["2021-04-05T12:43:12Z"],"dc:date.available":["2021-04-05T12:43:12Z"],"dc:date.issued":["2020"],"dc:description.abstract":["Estar envolvida com a docência sempre me exigiu ir além de construir um plano de aula aplicável. Eu observava os meus alunos e percebia o modo que eles gostariam de aprender. Identifiquei nessas observações o fascínio das crianças pelo uso do telefone celular, fato que gerou o seguinte questionamento: Como potencializar aprendizagens de Geografia explorando narrativas sobre experiências de paisagem, lugar e espaço geográfico a partir de fotos feitas por câmera de celulares ou ipads, por meio dos modos de crianças olharem o mundo? Os estudos para a presente pesquisa têm caráter qualitativo, na perspectiva da pesquisa com o cotidiano, valorizando observações e diálogos com crianças, explorando a produção de fotografias na construção de conhecimento regional e territorial em diferentes escalas. Para tanto, o objetivo pretendido é problematizar aprendizagens de crianças sobre paisagens, lugares e espaço geográfico com fotos produzidas no celular. O público-alvo desta pesquisa foram crianças do 6º ano do ensino fundamental de uma escola da rede privada de Campos dos Goytacazes/RJ. A investigação seguiu as seguintes etapas, que não aconteceram de maneira linear, mas num arranjo simultâneo e integrado ao longo da pesquisa: levantamento bibliográfico para seleção de textos de fundamentação e discussão da produção teórica; pesquisas em campo, com realização de rodas de conversas, registros e narrativas dos alunos, produção e coletas de fotografias e mapas mentais feitos pelos alunos; análise e discussão dos dados produzidos, com base nas pesquisas teóricas e práticas que que foram efetuadas e redação dos achados de campo. Ao final do trabalho, por meio das análises feitas, as geografias vizinhas apareceram como as geografias dos outros, aquelas que estão tão perto e ao mesmo tempo muito longe. Essas geografias dos alunos – dos outros – necessita de convite para adentrar a sala de aula. Quais atividades promovem ou não esse convite? Assim, é preciso que os professores sempre se perguntem: as portas da sala de aula estão abertas para as geografias vizinhas?"],"dc:identifier.doi":["https://dx.doi.org/10.22409/PPG.2020.m.12366549784"],"dc:identifier.uri":["https://app.uff.br/riuff/handle/1/21605"],"dc:language.iso":["pt_BR"],"dc:rights":["Open Access"],"dc:rights.uri":["http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/"],"dc:title":["Mirando as tecnologias: aprendizagens de geografias vizinhas"],"dc:type":["Dissertação"]},"updated_at":"2026-07-27T19:00:53Z"}