Abstract
dc:description.abstractO cenário sociopolítico atual, vem se apresentando desafiador para o progresso do Sistema Único de Saúde (SUS), que desde sua criação, vem se reestruturando buscando se fortalecer frente aos novos desafios, dentre eles, o aumento de determinantes de saúde que levam às doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT), como a hipertensão arterial sistêmica (HAS), que é a DCNT que mais acomete o público masculino, que por conta de características psicológicas e socioculturais, são os que menos procuram os serviços de saúde. Este estudo objetivou descrever o nível pressórico de homens, segundo suas principais características sociodemográficas, hábitos de vida, saúde e percepção de apoio social. Material e método: em atendimento às questões ético-legais, o estudo seguiu os preceitos da resolução 466 de 2012 do Conselho Nacional de Saúde, contando com a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa da Faculdade de medicina do Hospital Universitário Antônio Pedro com número CAAE 85418718.3.0000.5243 e parecer número 2.617.228, tendo banco de dados cedido após aprovação do pesquisador para realização deste estudo, que trata-se de um estudo epidemiológico observacional de caráter seccional com amostra composta por 370 homens moradores da cidade de Bananal-SP, utilizando questionário autoaplicado e de achados em prontuário como estratégia metodológica. Foi utilizada escala para mensuração de apoio social do Medical Outcomes Study (MOS-SSS). A análise dos dados obtidos foi realizada através do software Statistical Package for the Social Sciences® 21. Resultados: seguindo os parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), 18,90% dos homens desse estudo foram classificados como hipertensos. Após análise bivariada, foram encontradas associações estatísticas de HAS associada com: homens de cor de pele negra (43,39%); idosos acima de 60 anos (56,52%); maior número de refeições diárias (28,06%); consumir industrializados mais de 6 vezes na semana (35,17%); IMC acima de 25 (39,28%); que fazem uso de PIC no SUS (41,37%); portadores de diabetes (64,10%); sono deficiente (38,73%); ter poucos amigos (35,21%); menor percepção de apoio social (35,35%) e; com menos atividades de hobby ou lazer (32,73%). Conclusão: o estudo mostra associação existente entre sexo masculino e: HAS; determinantes sociais que impactam no estilo de vida e saúde; baixo apoio social; idade; raça; comorbidades, o que implica na necessidade de novos estudos sobre a temática.
Author and committee
dc:creator, dc:contributor.*- Author dc:creator
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- Mello, Gabriel de Moura
- Advisor dc:contributor.advisor
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- Silva, Jorge Luiz Lima da
Rights
dc:rights- Statement dc:rights
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- Open Access
- Licence dc:rights.uri
- Language dc:language.iso
- pt_BR
Identifiers
dc:identifier.*- Repository record dc:identifier.uri
- https://app.uff.br/riuff/handle/1/21473
- OAI identifier oai:identifier
- oai:app.uff.br:1/21473