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Com a criação do Ministério do Turismo, em 2003 e do Programa de Regionalização do Turismo, esta política se desdobra, enfocando, a partir de então, a importância da união e colaboração entre os municípios turísticos, bem como a valorização de suas potencialidades e afinidades, com o objetivo de criar roteiros regionais integrados, ampliando, assim, a oferta turística regional. Para efetivar este propósito desponta uma demanda pela criação de Conselhos Regionais de Turismo. No estado do Rio de Janeiro, uma das regiões que utilizou esse modelo e adotou os preceitos da regionalização foi a região das Agulhas Negras que, através do esforço para o envolvimento das comunidades locais e da articulação entre agentes da iniciativa pública e privada, e do terceiro setor, vem buscando planejar e organizar a atividade turística de modo participativo e articulado. O presente trabalho, baseado em pesquisa de campo qualitativa, procura analisar alguns aspectos do desenvolvimento do turismo na região das Agulhas Negras, por meio da atuação de seu Conselho Regional de Turismo – CONRETUR, de modo a verificar, em que medida, o programa contribuiu com o setor naquela região","abstract_html":"A partir da implementação do Programa Nacional de Municipalização do Turismo – PNMT na década de 1990, visando a descentralização e a democratização da política de turismo no Brasil, começa a tomar vulto a idéia da participação dos diversos setores das sociedades locais no planejamento e na gestão da atividade turística. Na concepção do programa, a concretização deste ideal deveria se dar por meio da implantação de Conselhos Municipais de Turismo. 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