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No que diz respeito a alunos com altas habilidades/ superdotação, ainda se faz necessário desmitificar muitas falsas ideias e mitos enraizados que levam os professores a pensar que estes alunos já nascem prontos para toda e qualquer situação em suas vidas. Não sendo ainda o suficiente apenas identificar a superdotação, mas sim suscitar formas e meios de levar estes alunos tão talentosos a atingirem o objetivo de todos os que passam pelas escolas que é estarem aptos a interagir socialmente com criticidade das decisões e ações. Atualmente, no Brasil, há leis que tangem o atendimento educacional para este público em atividade complementar ao ensino regular, de modo que os professores das classes comuns têm um papel central no processo de inclusão, visto o grande número de horas e dias que tem contato com seus alunos. Desse modo, um olhar sensível a cada tipo de necessidade educacional especial de seus alunos está condicionado ao professor como um agente central da identificação e atendimento às especificidades dos mesmos nos processos de ensino e de aprendizagem. Quando pensamos num ensino de física, a primeira coisa que nos vem à mente é a forma como se ensina e quais objetivos a serem alcançados a partir dela, contudo, na perspectiva da inclusão, procuramos demonstrar que, como professores inclusivistas, não devemos ficar presos a uma única atitude/prática educacional frente à diversidade social e humana presente nas salas de aula. Nessa direção, sugerimos neste trabalho uma atividade investigativa experimental que busca fazer do aluno participante ativo do processo do ensino aprendizagem sem perder de vista o papel do professor preocupado com a excelência do ensino escolar","abstract_html":"Este trabalho, a partir de uma retrospectiva educacional brasileira para estudantes com necessidades educacionais especiais e, mais especificamente, com altas habilidades/superdotação, procurou resgatar os diferentes aspectos que caracterizam as fases denominadas exclusão, segregação, a integração e inclusão, sendo que a última ainda se encontra em fase de consolidação. No que diz respeito a alunos com altas habilidades/ superdotação, ainda se faz necessário desmitificar muitas falsas ideias e mitos enraizados que levam os professores a pensar que estes alunos já nascem prontos para toda e qualquer situação em suas vidas. Não sendo ainda o suficiente apenas identificar a superdotação, mas sim suscitar formas e meios de levar estes alunos tão talentosos a atingirem o objetivo de todos os que passam pelas escolas que é estarem aptos a interagir socialmente com criticidade das decisões e ações. Atualmente, no Brasil, há leis que tangem o atendimento educacional para este público em atividade complementar ao ensino regular, de modo que os professores das classes comuns têm um papel central no processo de inclusão, visto o grande número de horas e dias que tem contato com seus alunos. Desse modo, um olhar sensível a cada tipo de necessidade educacional especial de seus alunos está condicionado ao professor como um agente central da identificação e atendimento às especificidades dos mesmos nos processos de ensino e de aprendizagem. 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