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A expectativa de vida para quem contrai o CHC é de aproximadamente 6 meses a partir do diagnóstico e, por isso, o transplante é de extrema importância e urgência. Diante disto, o objetivo do presente estudo é avaliar o tempo até a recidiva e o tempo até o óbito em pacientes que foram submetidos a um transplante por CHC. Na análise dos dados comparou-se o método clássico de análise de sobrevivência com o método de riscos competitivos. Além disso, foi estimado um modelo multi-estado para avaliar o risco de transição entre transplante, recidiva e óbito. Foram utilizados os dados do Hospital Federal de Bonsucesso, coletados no período entre janeiro de 2001 e abril de 2012. O referencial teórico mostrou que a análise de riscos competitivos é a mais apropriada para o conjunto dos dados. As variáveis associadas à recidiva foram tipo de doador, nível de alfa-feto proteína, invasão vascular e número de nódulos. Em relação ao óbito, as variáveis associadas foram idade, diferenciação tumoral, tamanho do nódulo e hepatite C.","abstract_html":"A análise de sobrevivência é uma técnica estatística utilizada quando é de interesse conhecer o tempo até a ocorrência de um determinado evento. No Brasil, em 2010, as neoplasias representavam a segunda principal causa de morte e o tumor de fígado destacou-se entre os mais frequentes. O carcinoma hepatocelular (CHC) é o principal tumor primário do fígado. No mundo, o CHC é o sétimo câncer mais comum e ocupa a terceira posição em mortalidade por câncer. A expectativa de vida para quem contrai o CHC é de aproximadamente 6 meses a partir do diagnóstico e, por isso, o transplante é de extrema importância e urgência. Diante disto, o objetivo do presente estudo é avaliar o tempo até a recidiva e o tempo até o óbito em pacientes que foram submetidos a um transplante por CHC. 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