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A amostra foi composta por 96 estudantes, do 3º ano do ensino médio de instituições públicas e privadas localizadas no Estado do Rio de Janeiro que pretendiam prestar o vestibular para ingresso na universidade, com idade entre 17 a 19 anos, que responderam a quatro instrumentos: questionário sociodemográfico, Inventário de Ansiedade de Beck (BAI), Inventário de Depressão de Beck (BDI-II) e Escala de Estresse para adolescentes (ESA). A análise de dados revelou que 34,37% dos participantes apresentaram ansiedade moderada e grave, 51,04% apresentaram sintomas de depressão moderada e grave e 30,20% apresentaram queixa de estresse. As meninas, quando comparadas aos meninos, apresentaram mais frequentemente queixas de ansiedade, estresse e depressão. Os dados encontrados neste estudo sobre a influência do sexo corroboram com os estudos anteriores presentes na literatura","abstract_html":"A adolescência é uma etapa da vida marcada por transformações biológicas, cognitivas, afetivas, psicológicas e sociais. Em função disso os adolescentes são mais propensos à ocorrência de transtornos emocionais. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de indicadores de ansiedade, estresse e depressão em estudantes vestibulandos concluintes do ensino médio, bem como verificar a relação destes com o processo de finalização da educação básica e inserção na vida universitária. 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