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Em segundo lugar, o trabalho aborda o fenômeno das funcionalidades geradoras de affordances para compreender de que maneira inovações são por elas induzidas nessa gramática dos aplicativos jornalísticos. A partir disso, entende-se que a trocas entre o designer e o leitor por via das interfaces digitais são estabelecidas, com maior ou menor sucesso, na forma de contratos de interação. Para testar a eficácia de tais contratos, a tese recorre a um teste de usabilidade de produtos exclusivos para tablet, entre universitários, de distintas formações, na Espanha e no Brasil. Conclui-se que o design de informação oferece uma gramática visual própria, com seus respectivos elementos sintáticos, mas que é ocasionalmente passível de falhas eventuais no estabelecimento de contratos de interação. A falha de compreensão da proposta do designer por parte do leitor não é vista aqui como um grave erro, conforme apontam alguns teóricos da usabilidade, mas integra o processo de experimentação e de reconhecimento de um tipo de interface que ainda precisa ser melhor estabelecida e testada. Por fim, o teste de usabilidade indica que publicações com menos sintagmas e sintaxes de interação foram as mais bem avaliadas pelos usuários após sua experiência, o que reforça a máxima de que “menos é mais”.","abstract_html":"ao design de informação, em uma situação de surgimento e difusão de plataformas para produção de conteúdos. Buscamos compreender de que forma os profissionais dessa subárea do design têm resolvido os desafios de criar sinalizações e pistas de navegação em interfaces que apresentam elementos novos, decorrentes das funcionalidades incorporadas aos tablets. 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