Faculdade de Economia
Superexploração da força de trabalho e salário mínimo no Brasil
Abstract
dc:description.abstractO conceito de superexploração do trabalho foi estabelecido por Ruy Mauro Marini, no início da década de 70. Este conceito já havia sido discutido, não de forma tão explícita, na obra de Karl Marx, O Capital, estando inserido na sua teoria de criação da mais-valia. A maior exploração do trabalho encontra-se imersa na dialética da teoria da dependência, onde a dependência é gerada e reproduzida a partir da internacionalização do capital e seus excedentes tendem a ser acumulados e centralizados. A superexploração pode ser observada de três diferentes formas: intensificação do trabalho, aumento da jornada de trabalho e remuneração abaixo do valor da força de trabalho. A característica comum presente nessas três formas é que a elevação do salário não acompanha esse contexto e que é ainda intensificado pela redução do fundo de vida do trabalhador. Esse debate bastante atual em economias subdesenvolvidas como a do Brasil, faz parte da análise realizada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) desde que este começou a calcular o salário mínimo necessário. Neste estudo, busca-se mostrar a relação direta existente entre superexploração do trabalho e salário mínimo, no contexto brasileiro, e mostrar que a superexploração está presente e que ela aparece a partir do momento em que a força de trabalho é remunerada abaixo do seu valor.
Degree
thesis:*- Grantor
- Faculdade de Economia
- Year dc:date.issued
- 2014
Author and committee
dc:creator, dc:contributor.*- Author dc:creator
-
- Silvestre, Bárbara Alves
- Advisor dc:contributor.advisor
-
- Oliveira, Gilca Garcia de
Subjects
dc:subject × 2Rights
dc:rights- Statement dc:rights
-
- Acesso Aberto
- Language dc:language.iso
- pt_BR
Identifiers
dc:identifier.*- Repository record dc:identifier.uri
- http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17378
- OAI identifier oai:identifier
- oai:repositorio.ufba.br:ri/17378