{"id":{"repo_id":"brazil-ufba","oai_identifier":"oai:repositorio.ufba.br:ri/17191"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brazil-ufba/oai:repositorio.ufba.br:ri/17191","repository":{"repo_id":"brazil-ufba","name":"Brazil UFBA","base_url":"https://repositorio.ufba.br/oai/request"},"display":{"title":"O papel das quimiocinas na resposta imune de pacientes com leishmaniose mucosa","abstract":"A leishmaniose mucosa é uma forma de leishmaniose tegumentar associada mais com a Leishmania braziliensis. Quimiocinas são grupo de proteínas estruturalmente pequenas que agem como quimio-atraentes para leucócitos e parecem estar envolvidas na imunopatogênese da leishmaniose mucosa. Objetivo: Destacar o papel das quimiocinas na resposta imune de pacientes com leishmaniose mucosa. Metodologia: Revisão sistemática da literatura através do principal banco de dados mundial, o PubMed. Os dados para a confecção dessa revisão foram obtidos a partir de estudos originais e revisões sistemáticas. Resultado: Este trabalho selecionou 57 estudos através dos filtros, na base eletrônica de dados do PuBmed, desses apenas 2 foram incluídos, pois faziam referências às quimocinas em seus resumos. A produção de CCL2 e CXCL8 por macrófagos de pacientes com LM foi maior do que a produção de pacientes SC. Os níveis de CXCL9 foram significativamente maiores em paciente com LM comparados com paciente SC e grupo controle. De acordo com resultados preliminares observados foi possível detectar níveis significativamente mais elevados de CCL4 e CXCL10 em amostras de soro de pacientes com LM em comparação a pacientes com LC e grupo controle. Discussão: As diferentes quimiocinas interferem de diversas formas na multiplicação do parasita, sendo assim, agem de maneiras diferentes na inflamação e nas manifestações clínicas da leishmaniose. A explicação que justifica o fato de pacientes com leishmaniose mucosa produzirem altos níveis de quimiocinas ainda não está bem estabelecida. Fatores genéticos, tais como polimorfismos em receptores TLR e os fatores relacionados ao parasita podem explicar em parte essa diferença na produção de quimiocinas. Conclusão: Na avaliação da resposta imune de pacientes com leishmaniose mucosa, identificou-se um aumento na produção das quimiocinas CCL2, CCL4, CXCL9 e CXCL10. A elevação dessas quimiocinas parece estar relacionada ao desenvolvimento das manifestações clínicas observadas em pacientes com leishmaniose mucosa.","abstract_html":"A leishmaniose mucosa é uma forma de leishmaniose tegumentar associada mais com a Leishmania braziliensis. Quimiocinas são grupo de proteínas estruturalmente pequenas que agem como quimio-atraentes para leucócitos e parecem estar envolvidas na imunopatogênese da leishmaniose mucosa. Objetivo: Destacar o papel das quimiocinas na resposta imune de pacientes com leishmaniose mucosa. Metodologia: Revisão sistemática da literatura através do principal banco de dados mundial, o PubMed. 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