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E, dessa forma, cruzar informações teóricas de economistas como o paraibano Celso Furtado (1972), no que se refere ao mito do desenvolvimento econômico e o subdesenvolvimento e desenvolvimento, e o indiano, Amartya Kumar Sen (2000), quanto ao pensamento do “desenvolvimento como liberdade” e os acionamentos das “liberdades instrumentais” na sociedade, para melhor entendermos e discutirmos as implicações sócio-políticas para a classe artística desse segmento cultural de uma política da dança sustentável. Para tanto, ouvimos agentes da área da dança no Brasil que nos apresentam suas ações e estratégias de sobrevivência e manutenção de suas obras, compondo, dessa maneira, outros modos de existir da dança, que devem ser levados em consideração para entendermos exatamente sobre qual economia estamos falando quando o assunto é cultura e dança: não uma clássica, mas uma oika plural, que se apresenta na sua externalidade. 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