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A segunda, que as forças de renovação anulam as de conversão, de forma que, na média, não haja associação significativa entre as taxas de variação dos patrimônios físico e intangível. A terceira hipótese propõe que a taxa de renovação do patrimônio intangível é maior para setores mais inovadores e com maiores perspectivas futuras. Os modelos econométricos permitiram testar empiricamente esta visão alternativa e corroboraram as hipóteses delineadas, de forma a suscitar impactos em diferentes áreas, tais como a acadêmica, normatizadora e no mercado de capitais. Ressalta-se a importância de uma abertura para a mudança de concepções enraizadas, sem a qual não seriam possíveis progressos na teoria contábil.","abstract_html":"O presente estudo objetiva testar empiricamente a visão alternativa acerca da dinâmica entre os patrimônios físico e intangível, proposta por Lustosa (2017) e com raízes em um sistema de contabilidade econômica. Com esse propósito, foram testadas três hipóteses. 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