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Com isso analisar o comportamento das medicações antirreabsortivas amplamente utilizadas para manejo e prevenção da osteoporose na mandíbula elucida possibilidades de rastreamento da doença na odontologia como também analisar que consequências essas medicações podem provocar em procedimentos odontológicos. A utilização de protocolos animais contribui para esse processo de elucidação. Foram utilizados 20 animais fêmeas da linhagem WISTAR, divididos em 4 grupos: Controle (CON), Ovariectomizada (OVX), Ovariectomizada+ Risedronato (ORI), Risedronato (RIS). Foram realizadas microtomografias computadorizadas (micro CT) em tempos distintos: a primeira (T1) animais com 20 semanas de vida e a segunda (T2) animais com 24 semanas de vida, e 4 semanas de uso de Risedronato oral. Foram analisados em ambos os tempos regiões mandíbula e colo femoral. Para todos os dados foi realizada a Análise de Variância (ANOVA) e foram realizados os testes de Turkey e correlação de Pearson, com significância de 5%. Foi observado em osso trabecular mandibular: todos os grupos apresentaram aumento da espessura trabecular; em OVX redução da densidade mineral óssea (BMD) e volume/área (BV/TV), aumento porosidade (Po) e separação trabecular (TbSp); nos grupos ORI e RIS aumento BMD, TBTh, redução TbSp. Já em osso do femoral: redução de BMD em OVX e aumento em ORI; aumento TBTh em ORI, RIS; aumento de BV/TV em RIS, aumento TbSp em OVX. Quando avaliado o osso cortical de ambos os sítios se observou aumento da separação cortical (CtTh), e em colo femoral redução Po em RIS. Ao teste de Pearson a BMD foi o parâmetro que se observou correlação positiva em relação aos dois sítios. 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