{"id":{"repo_id":"brasilia","oai_identifier":"oai:repositorio.unb.br:10482/49255"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brasilia/oai:repositorio.unb.br:10482/49255","repository":{"repo_id":"brasilia","name":"Universidade de Brasília","base_url":"http://repositorio2.unb.br/oai/request"},"display":{"title":"Influência de variáveis executivas no comportamento mecânico de microestacas tubulares autoperfurantes em solo tropical","abstract":"Este trabalho tem o intuito de contribuir com o conhecimento das microestacas tubulares autoperfurantes instaladas no solo de Brasília. Essa estaca é do tipo “moldada in loco” e para sua moldagem é utilizada uma perfuração rotativa com injeção simultânea. Foram executadas oito provas de carga em estacas isoladas, variando os parâmetros de pressão de injeção, diâmetro e comprimento; e outras quatro provas de carga em grupos de duas, três, quatro e cinco estacas, todas com as mesmas características executivas. Os diâmetros analisados para as estacas isoladas foram de 200 e 260 mm, e o diâmetro utilizado para as estacas em grupo foi de 200 mm. As pressões de injeção utilizadas foram de 200 kPa e 250 kPa para as estacas isoladas e de 200 kPa para as estacas em grupo. O comprimento utilizado para as estacas isoladas foi de 8 m e 12 m e para as estacas em grupo o comprimento foi de 8 m. Foi analisada também a eficiência do grupo de estacas em 10% do recalque normalizado pelo diâmetro. Pode-se concluir desse trabalho que a escolha adequada das características executivas da estaca permite a otimização do sistema de fundação. Esse tipo de estaca se mostrou como uma alternativa viável para solos porosos e de baixa resistência à penetração (Nspt) como os de Brasília, pois pode oferecer vantagens técnicas, econômicas e ambientais em relação a outros tipos de estacas, principalmente as relacionadas à sua elevada velocidade de execução e baixo custo.","abstract_html":"Este trabalho tem o intuito de contribuir com o conhecimento das microestacas tubulares autoperfurantes instaladas no solo de Brasília. Essa estaca é do tipo “moldada in loco” e para sua moldagem é utilizada uma perfuração rotativa com injeção simultânea. Foram executadas oito provas de carga em estacas isoladas, variando os parâmetros de pressão de injeção, diâmetro e comprimento; e outras quatro provas de carga em grupos de duas, três, quatro e cinco estacas, todas com as mesmas características executivas. Os diâmetros analisados para as estacas isoladas foram de 200 e 260 mm, e o diâmetro utilizado para as estacas em grupo foi de 200 mm. 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