{"id":{"repo_id":"brasilia","oai_identifier":"oai:repositorio.unb.br:10482/35784"},"canonical_url":"https://search.dev.ndltd.org/etd/brasilia/oai:repositorio.unb.br:10482/35784","repository":{"repo_id":"brasilia","name":"Universidade de Brasília","base_url":"http://repositorio2.unb.br/oai/request"},"display":{"title":"O desenvolvimento subjetivo na infância : histórias, invencionices e peraltagens","abstract":"A presente pesquisa tem como objetivo central compreender como a vivência pedagógica de contação de histórias e os processos imaginativos infantis participam do desenvolvimento subjetivo de crianças em idade escolar. E em suas especificidades buscamos: a) compreender o encontro imaginativo entre o contador, as crianças e a história no processo de contação de histórias; b) compreender os sentidos subjetivos produzidos no contexto de contação de histórias e c) identificar, nas produções das crianças, as criações imaginárias e os recursos subjetivos que potencializaram desenvolvimento subjetivo. Para tanto, faremos uso da perspectiva histórico-cultural proposta por Vigotski (2001, 2003, 1998, 1999 e 2009) em suas contribuições sobre arte, imaginação e emoção. Dialogando com esta teoria trazemos a perspectiva cultural-histórica da subjetividade em González Rey (2003, 2017) que avança com a discussão sobre as configurações subjetivas do desenvolvimento humano. Desta forma buscaremos evidenciar que a imaginação está na base do processo da produção de sentidos subjetivos que por sua vez possibilita o desenvolvimento subjetivo na infância. O aporte metodológico ancora-se na Epistemologia Qualitativa de González Rey (2003, 2005, 2017) e no desdobramento da metodologia construtivo-interpretativa, que apresenta como princípios basilares o caráter dialógico e o singular como instância do conhecimento. A pesquisa foi desenvolvida numa instituição pública de ensino do Distrito Federal que atende as séries iniciais do Ensino Fundamental, especificamente numa turma de 1° ano. Ao longo da pesquisa fizemos uso dos seguintes instrumentos: contação de histórias, rodas de conversas, reconto oral com apoio de objetos, brincadeiras, narração gráfica, histórias inventadas, caixa de imagens, trilha, observação participante e dinâmica conversacional informal. A construção interpretativa evidenciou a compreensão da imaginação como processo subjetivo; a movimentação da imaginação das crianças como forma de encontrar alternativas para o enfrentamento das experiências vividas e a vivência pedagógica de contação de histórias como potencializadora para as criações imaginárias e para o desenvolvimento subjetivo na infância.","abstract_html":"A presente pesquisa tem como objetivo central compreender como a vivência pedagógica de contação de histórias e os processos imaginativos infantis participam do desenvolvimento subjetivo de crianças em idade escolar. E em suas especificidades buscamos: a) compreender o encontro imaginativo entre o contador, as crianças e a história no processo de contação de histórias; b) compreender os sentidos subjetivos produzidos no contexto de contação de histórias e c) identificar, nas produções das crianças, as criações imaginárias e os recursos subjetivos que potencializaram desenvolvimento subjetivo. Para tanto, faremos uso da perspectiva histórico-cultural proposta por Vigotski (2001, 2003, 1998, 1999 e 2009) em suas contribuições sobre arte, imaginação e emoção. Dialogando com esta teoria trazemos a perspectiva cultural-histórica da subjetividade em González Rey (2003, 2017) que avança com a discussão sobre as configurações subjetivas do desenvolvimento humano. Desta forma buscaremos evidenciar que a imaginação está na base do processo da produção de sentidos subjetivos que por sua vez possibilita o desenvolvimento subjetivo na infância. O aporte metodológico ancora-se na Epistemologia Qualitativa de González Rey (2003, 2005, 2017) e no desdobramento da metodologia construtivo-interpretativa, que apresenta como princípios basilares o caráter dialógico e o singular como instância do conhecimento. A pesquisa foi desenvolvida numa instituição pública de ensino do Distrito Federal que atende as séries iniciais do Ensino Fundamental, especificamente numa turma de 1° ano. Ao longo da pesquisa fizemos uso dos seguintes instrumentos: contação de histórias, rodas de conversas, reconto oral com apoio de objetos, brincadeiras, narração gráfica, histórias inventadas, caixa de imagens, trilha, observação participante e dinâmica conversacional informal. A construção interpretativa evidenciou a compreensão da imaginação como processo subjetivo; a movimentação da imaginação das crianças como forma de encontrar alternativas para o enfrentamento das experiências vividas e a vivência pedagógica de contação de histórias como potencializadora para as criações imaginárias e para o desenvolvimento subjetivo na infância.","abstract_has_math":false,"creators":["Silva, Kátia Oliveira da"],"institution":null,"degree_name":null,"degree_level":null,"degree_discipline":null,"degree_department":null,"school":null,"contributors":[],"advisors":["Coelho, Cristina Massot Madeira"],"committee_chairs":[],"committee_members":[],"year":2019,"date_issued":"2019-11-08","date_published":"2019-11-08","updated_at":"2026-08-21T16:42:33Z","subjects":[],"languages":["Português"],"rights":["Acesso Aberto"],"rights_urls":[],"identifier_entries":[]},"links":{"outbound_url":"http://repositorio.unb.br/handle/10482/35784","outbound_label":"Repository record","outbound_source":"dc:identifier.uri"},"source_record":{"url":"http://repositorio2.unb.br/oai/request?verb=GetRecord&metadataPrefix=dim&identifier=oai%3Arepositorio.unb.br%3A10482%2F35784","prefix":"dim"},"metadata_groups":[{"id":"people","label":"People","entries":[{"key":"dc:contributor.advisor","label":"Advisor","values":["Coelho, Cristina Massot Madeira"]},{"key":"dc:creator","label":"Author","values":["Silva, Kátia Oliveira da"]}]},{"id":"academic_context","label":"Academic Context","entries":[{"key":"dc:date.accessioned","label":"Dc Date Accessioned","values":["2019-11-08T20:33:08Z"]},{"key":"dc:date.available","label":"Dc Date Available","values":["2019-11-08T20:33:08Z"]},{"key":"dc:date.issued","label":"Date","values":["2019-11-08"]},{"key":"dc:type","label":"Dc Type","values":["Dissertação"]}]},{"id":"language_rights","label":"Language and Rights","entries":[{"key":"dc:language.iso","label":"Language (ISO)","values":["Português"]},{"key":"dc:rights","label":"Dc Rights","values":["Acesso Aberto"]}]},{"id":"identifiers","label":"Identifiers","entries":[{"key":"dc:identifier.uri","label":"Identifier URI","values":["http://repositorio.unb.br/handle/10482/35784"]}]},{"id":"additional","label":"Additional Metadata","entries":[{"key":"dc:description","label":"Description","values":["Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2019."]},{"key":"dc:description.abstract","label":"Abstract","values":["A presente pesquisa tem como objetivo central compreender como a vivência pedagógica de contação de histórias e os processos imaginativos infantis participam do desenvolvimento subjetivo de crianças em idade escolar. E em suas especificidades buscamos: a) compreender o encontro imaginativo entre o contador, as crianças e a história no processo de contação de histórias; b) compreender os sentidos subjetivos produzidos no contexto de contação de histórias e c) identificar, nas produções das crianças, as criações imaginárias e os recursos subjetivos que potencializaram desenvolvimento subjetivo. Para tanto, faremos uso da perspectiva histórico-cultural proposta por Vigotski (2001, 2003, 1998, 1999 e 2009) em suas contribuições sobre arte, imaginação e emoção. Dialogando com esta teoria trazemos a perspectiva cultural-histórica da subjetividade em González Rey (2003, 2017) que avança com a discussão sobre as configurações subjetivas do desenvolvimento humano. Desta forma buscaremos evidenciar que a imaginação está na base do processo da produção de sentidos subjetivos que por sua vez possibilita o desenvolvimento subjetivo na infância. O aporte metodológico ancora-se na Epistemologia Qualitativa de González Rey (2003, 2005, 2017) e no desdobramento da metodologia construtivo-interpretativa, que apresenta como princípios basilares o caráter dialógico e o singular como instância do conhecimento. A pesquisa foi desenvolvida numa instituição pública de ensino do Distrito Federal que atende as séries iniciais do Ensino Fundamental, especificamente numa turma de 1° ano. Ao longo da pesquisa fizemos uso dos seguintes instrumentos: contação de histórias, rodas de conversas, reconto oral com apoio de objetos, brincadeiras, narração gráfica, histórias inventadas, caixa de imagens, trilha, observação participante e dinâmica conversacional informal. A construção interpretativa evidenciou a compreensão da imaginação como processo subjetivo; a movimentação da imaginação das crianças como forma de encontrar alternativas para o enfrentamento das experiências vividas e a vivência pedagógica de contação de histórias como potencializadora para as criações imaginárias e para o desenvolvimento subjetivo na infância."]},{"key":"dc:title","label":"Title","values":["O desenvolvimento subjetivo na infância : histórias, invencionices e peraltagens"]}]}],"canonical_facts":{"dc:contributor.advisor":["Coelho, Cristina Massot Madeira"],"dc:creator":["Silva, Kátia Oliveira da"],"dc:date.accessioned":["2019-11-08T20:33:08Z"],"dc:date.available":["2019-11-08T20:33:08Z"],"dc:date.issued":["2019-11-08"],"dc:description":["Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2019."],"dc:description.abstract":["A presente pesquisa tem como objetivo central compreender como a vivência pedagógica de contação de histórias e os processos imaginativos infantis participam do desenvolvimento subjetivo de crianças em idade escolar. E em suas especificidades buscamos: a) compreender o encontro imaginativo entre o contador, as crianças e a história no processo de contação de histórias; b) compreender os sentidos subjetivos produzidos no contexto de contação de histórias e c) identificar, nas produções das crianças, as criações imaginárias e os recursos subjetivos que potencializaram desenvolvimento subjetivo. Para tanto, faremos uso da perspectiva histórico-cultural proposta por Vigotski (2001, 2003, 1998, 1999 e 2009) em suas contribuições sobre arte, imaginação e emoção. Dialogando com esta teoria trazemos a perspectiva cultural-histórica da subjetividade em González Rey (2003, 2017) que avança com a discussão sobre as configurações subjetivas do desenvolvimento humano. Desta forma buscaremos evidenciar que a imaginação está na base do processo da produção de sentidos subjetivos que por sua vez possibilita o desenvolvimento subjetivo na infância. O aporte metodológico ancora-se na Epistemologia Qualitativa de González Rey (2003, 2005, 2017) e no desdobramento da metodologia construtivo-interpretativa, que apresenta como princípios basilares o caráter dialógico e o singular como instância do conhecimento. A pesquisa foi desenvolvida numa instituição pública de ensino do Distrito Federal que atende as séries iniciais do Ensino Fundamental, especificamente numa turma de 1° ano. Ao longo da pesquisa fizemos uso dos seguintes instrumentos: contação de histórias, rodas de conversas, reconto oral com apoio de objetos, brincadeiras, narração gráfica, histórias inventadas, caixa de imagens, trilha, observação participante e dinâmica conversacional informal. A construção interpretativa evidenciou a compreensão da imaginação como processo subjetivo; a movimentação da imaginação das crianças como forma de encontrar alternativas para o enfrentamento das experiências vividas e a vivência pedagógica de contação de histórias como potencializadora para as criações imaginárias e para o desenvolvimento subjetivo na infância."],"dc:identifier.uri":["http://repositorio.unb.br/handle/10482/35784"],"dc:language.iso":["Português"],"dc:rights":["Acesso Aberto"],"dc:title":["O desenvolvimento subjetivo na infância : histórias, invencionices e peraltagens"],"dc:type":["Dissertação"]},"updated_at":"2026-08-21T16:42:33Z"}