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Neste contexto, os gestores tiveram que se mentalizar que estavam perante uma nova realidade, e que teriam que adoptar estratégias no sentido de que a adopção do EURO não seria uma ameaça, mas sim uma excelente oportunidade. A redenominação e o cumprimento dos capitais sociais mínimos foram duas das implicações da introdução do EURO para as sociedades portuguesas, levando-as assim a ficar mais próximo das suas irmãs europeias. Mostramos, através de um estudo empírico limitado, como as nossas empresas se adaptaram e puseram em prática esta nova realidade","abstract_html":"A criação de uma moeda única, o EURO, para alguns dos países da Europa, constituiu um marco histórico das últimas décadas. A concretização da União Económica e Monetária era condição fundamental de um mercado sem fronteiras, mas este alargamento veio provocar profundas alterações em certos ramos de actividade, e consequentemente, na estrutura económico-financeira das empresas. 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